Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Comércio

Exportações do agronegócio paulista aumentaram 12,8% em 2016

Em relação a janeiro-novembro de 2015, o agronegócio do Estado de São Paulo apresentou no mesmo período exportações crescentes (+12,8%), atingindo US$ 16,37 bilhões

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Em relação a janeiro-novembro de 2015, o agronegócio do Estado de São Paulo apresentou no mesmo período exportações crescentes (+12,8%), atingindo US$ 16,37 bilhões, e importações em queda (-12,2%), somando US$ 4,11 bilhões, resultando em um superávit de US$ 12,26 bilhões, o que representa aumento de 24,7% no saldo comercial do agronegócio em relação aos 11 primeiros meses de 2015.

O valor das exportações do Estado nos primeiros 11 meses de 2016 aumentou 1,5% e o das importações diminuiu 20,6%, o que provocou uma queda de 69,6% no déficit da balança comercial paulista, informa a Secretaria de Agricultura e Abastecimento, por meio do Instituto de Economia Agrícola (IEA). Nos primeiros onze meses de 2016, as exportações paulistas somaram US$ 41,82 bilhões (24,7% do total nacional) e as importações, US$ 47,48 bilhões (37,7% do total nacional), registrando um déficit de US$ 5,66 bilhões.

De acordo com José Roberto Vicente, pesquisador da Secretaria de Agricultura que atua no IEA, as importações paulistas nos demais setores, excluindo o agronegócio, somaram US$ 43,37 bilhões e as exportações US$ 25,45 bilhões, gerando um déficit desse agregado de US$ 17,92 bilhões. “Mais uma vez, como costuma dizer o governador Geraldo Alckmin, o agronegócio salvou a lavoura e ajudou a equilibrar as contas paulistas”, afirmou o pesquisador, destacando que a participação das exportações do agronegócio paulista no total do Estado subiu 3,9 pontos percentuais; enquanto as importações aumentaram 0,9 ponto percentual, na comparação do período janeiro-novembro de 2016 com o mesmo período de 2015.

Cenário Nacional

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 43,27 bilhões de janeiro a novembro de 2016, com exportações de US$ 169,30 bilhões e importações de US$ 126,03 bilhões. O superávit comercial aumentou em função de queda nas exportações (-2,9%) menor que a das importações (-21,7%).

As exportações do agronegócio brasileiro, de janeiro a novembro de 2016, diminuíram 3,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo US$ 78,83 bilhões (46,6% do total). As importações do setor cresceram (+0,7%), também na comparação com o ano passado, somando US$ 12,26 bilhões (9,7% do total). O superávit do agronegócio foi de US$ 66,57 bilhões, sendo 3,8% inferior ao do ano passado.

A participação paulista no total da balança comercial brasileira aumentou em termos das exportações (+1,1 ponto percentual) e também no tocante às importações (+0,5 ponto percentual). Em relação ao agronegócio brasileiro, as exportações setoriais de São Paulo no período janeiro-novembro de 2016 representaram 20,8%, ou seja, 3 pontos percentuais a mais que nos 11 primeiros meses de 2015, enquanto as importações representaram 33,5%, percentual inferior ao verificado no ano passado (-4,9 pontos percentuais).

O Brasil tem, hoje, a melhor agricultura tropical do planeta, sendo considerada referência para o mundo, o que o levou à condição de maior exportador mundial de proteína animal, entre outras titulações, afirma o secretário Arnaldo Jardim. “A produtividade média de importantes culturas aumentou sensivelmente, ao mesmo tempo em que o País deixou de desmatar 107,2 milhões de hectares de novas áreas em virtude da adoção de um pacote tecnológico que envolve a utilização de novos cultivares e técnicas de manejo, tudo isso se reflete nos superávits que o segmento vem acumulando a cada novo levantamento”.

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