Embargo Russo não deve afetar o mercado suinícola brasileiro com muita intensidade neste período, já que uma redução nos embarques àquele país já era esperada para dezembro
Preços devem se sustentar em dezembro, apesar do embargo russo

Nessa segunda-feira, (20/11), a Rússia anunciou embargo parcial e temporário às importações das carnes suína e bovina brasileiras a partir do próximo mês, devido à presença de ractopamina em amostras enviadas ao país, segundo a agência de segurança alimentar russa.
Essa substância, que promove o desenvolvimento de massa muscular nos animais, é permitida no Brasil e em outros destinos da carne brasileira, mas é proibida na Rússia. No entanto, segundo pesquisadores do Cepea, o embargo Russo não deve afetar o mercado suinícola brasileiro com muita intensidade neste período, já que uma redução nos embarques àquele país já era esperada para dezembro.
Com o inverno no hemisfério norte, os canais russos congelam, dificultando a entrada dos navios nos portos. Além disso, as vendas no mercado interno costumam aumentar significativamente neste período, por conta da maior procura para as festas de final de ano.
Leia também no Agrimídia:
- •Embrapa aponta queda nos custos da suinocultura e da avicultura de corte em abril
- •Resíduos da suinocultura viram fertilizante e ajudam a sustentar a produtividade da soja
- •Diferença de quase 90% no preço do suíno vivo entre México (97,74¢/lb) e Brasil (51,72¢/lb) expõe desequilíbrio na suinocultura
- •Embargo europeu pressiona ajuste sanitário na pecuária brasileira























