Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
Destaque Todas Páginas
CNA

Suspensão da UE à carne de frango brasileira causa indignação no setor

CNA manifesta indignação pela arbitrariedade da medida e cobra ações rápidas do governo brasileiro para minimizar os já enormes danos causados aos avicultores

Compartilhar essa notícia
Suspensão da UE à carne de frango brasileira causa indignação no setor

Frente à decisão tomada ontem pelo bloco europeu de embargar 20 plantas exportadoras de carne de frango brasileira, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil manifesta indignação pela arbitrariedade da medida e cobra ações rápidas do governo brasileiro para minimizar os já enormes danos causados aos avicultores.

O Brasil é o segundo maior produtor e o primeiro exportador mundial do produto, atividade que gera 4,1 milhões de empregos diretos e indiretos para a economia, e que supre os lares de bilhões de consumidores em todo o planeta. O país é o único grande produtor global de aves que nunca reportou casos influenza aviária. Essa realidade demonstra a excelência dos controles sanitários aplicados pelos produtores brasileiros. Por outro lado, concorrentes, como a própria União Europeia e os Estados Unidos, enfrentam dificuldades para manter o mesmo padrão de sanidade animal. Devido à qualidade do produto, o país exporta para mais de 160 países. Sendo este o sexto principal produto da balança comercial nacional.

Com a suspensão, esse cenário está ameaçado. É preciso atuar em várias frentes para reduzir o impacto para as famílias envolvidas na cadeia de produção avícola. Em primeiro plano, o governo brasileiro precisa agir de forma enérgica para garantir uma comunicação eficiente a todos os demais parceiros comerciais, explicando os motivos discriminatórios da suspensão europeia e garantindo a qualidade dos produtos brasileiros.

Paralelamente, torna-se imperativo rever a relação bilateral com a União Europeia. Decisões arbitrárias como a em questão podem prejudicar a continuidade das negociações de um possível acordo de livre comércio com o bloco. Não há confiança num parceiro que cria normas sanitárias para disfarçar barreiras ao comércio. Já sabemos que a prática é comum na União Europeia e atinge diversos produtos brasileiros, como carne suína e laticínios. Essa posição diferenciada da União Europeia apenas com os produtos agropecuários do Brasil não pode continuar regendo o relacionamento comercial. Por isso, apoiamos a decisão de abrir contencioso  contra o Bloco europeu, que deverá responder mais uma vez por suas práticas discriminatórias perante a Organização Mundial do Comércio (OMC).

O produtor sabe que temos capacidade para vender carne de frango para qualquer mercado internacional. É imperativo neste momento que o resto do mundo também tenha essa certeza.

Assuntos Relacionados
Aviculturacarne de frangomercadounião europeia
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343