Criadores de suíno do Rio Grande do Sul festejam o tradicional Dia do Porco. Apesar das dificuldades do momento, eles não deixaram de comemorar.
Dia do Porco no RS
Em Vila Maria, no norte do Rio Grande do Sul, a suinocultura é uma das atividades mais importantes. São 237 criadores, que por ano comercializam cerca de 87 mil suínos.
No Dia do Porco eles se reuniram em um ginásio para ouvir palestras com especialistas de mercado. “O momento é difícil por causa do embargo à carne suína. Hoje o custo de produção gira em torno de R$ 2,50 o quilo, mas o produtor recebe entre R$ 2,30 e R$ 2,40, valor que prejudica a rentabilidade”, explica Valdecir Folador, presidente da Associação de Criadores de Suínos/RS.
O Rio Grande do Sul é o segundo produtor nacional de suíno, só perde para Santa Catarina. Mas se a comercialização não está em bom momento, na churrasqueira onde é preparado o almoço, o clima é animado.
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Enquanto os criadores estão na palestra, se informando como está a situação do mercado, na churrasqueira um super almoço é preparado com 590 quilos de carne e 180 de linguiça.
E para acompanhar um churrasco tão grande só mesmo com muita salada. São 220 moradores voluntários da cidade envolvidos na produção dos pratos. Enquanto o calor do fogo doura a carne, um segredo é revelado: vinho e azeite garantem uma carne tenra e macia.
Depois de uma hora e meia no fogo, o churrasco de carne suína está pronto. Os voluntários se dividem em grupos para servir mais de mil convidados.
























