Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 149,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 155,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 140,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.563,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.503,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Evento

6° Festa do Suíno Light

Festival buscou estimular suinocultura sergipana. Objetivo foi reduzir preconceito em relação à carne suína.

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O final de semana foi de comemorações para os produtores rurais do município de Campo do Brito, localizado na região agreste central do Estado. O motivo foi a realização da ‘6° Festa do Suíno Light’, evento que teve como objetivos estimular a cadeia da suinocultura e valorizar o trabalho desenvolvido pelos criadores.

A programação incluiu shows com bandas locais, palestra motivacional com o professor Antônio Neto, e a apresentação do Projeto Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura, que deve ser implementado no território sergipano em 2013. As propostas, segundo o consultor do Sebrae e professor do Instituto Federal de Sergipe (IFS), Hunaldo de Oliveira, incluem o aumento do consumo da carne suína e a adoção de novas tecnologias e formas de comercialização do produto.

” Sergipe possui hoje aproximadamente 90 mil animais, o que corresponde a apenas 1,1% do rebanho nacional. Entretanto, a qualidade da carne é reconhecida em todo o país, pois temos um rígido controle sanitário. Queremos organizar e fortalecer a cadeia produtiva para que possamos ganhar ainda mais espaço no mercado”.

O principal entrave para o crescimento do setor, de acordo com o presidente da Cooperativa dos Suinocultores de Sergipe (Coopergipe), que reúne 28 criadores de 14 municípios, José Evairton Andrade, ainda é o preconceito em relação aos animais. “A expressão ‘carne de porco’ é pejorativa, porque a palavra porco remete à sujeira, falta de higiene. Esses animais são criados em áreas pré-determinadas, sem contato com areia ou qualquer tipo de material que possa transmitir algum tipo de verme. Além disso, eles são alimentados exclusivamente com ração e tem água potável disponível durante todo o dia”.

O produto tem um teor de potássio ideal para aquelas pessoas que sofrem de hipertensão. O seu teor de colesterol é igual ou menor que o presente em outras carnes. Outra vantagem é a quantidade de ácidos graxos e saturados, que é bem menor que o apresentado em outras espécies.

Atualmente, o Brasil é o quarto maior produtor de carne suína e o segundo maior exportador, porém o consumo da carne no país ainda é pequeno. A região Nordeste consome cerca de 5,5kg/por habitante, um terço do verificado no Sudeste. Com o projeto, coordenado pelo Sebrae, Associação Brasileira de Suínos e Senar, serão promovidas palestras, capacitações e festivais gastronômicos para elevar em 2kg a quantidade de carne ingerida pela população.

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