Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Evento

6° Festa do Suíno Light

Festival buscou estimular suinocultura sergipana. Objetivo foi reduzir preconceito em relação à carne suína.

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O final de semana foi de comemorações para os produtores rurais do município de Campo do Brito, localizado na região agreste central do Estado. O motivo foi a realização da ‘6° Festa do Suíno Light’, evento que teve como objetivos estimular a cadeia da suinocultura e valorizar o trabalho desenvolvido pelos criadores.

A programação incluiu shows com bandas locais, palestra motivacional com o professor Antônio Neto, e a apresentação do Projeto Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura, que deve ser implementado no território sergipano em 2013. As propostas, segundo o consultor do Sebrae e professor do Instituto Federal de Sergipe (IFS), Hunaldo de Oliveira, incluem o aumento do consumo da carne suína e a adoção de novas tecnologias e formas de comercialização do produto.

” Sergipe possui hoje aproximadamente 90 mil animais, o que corresponde a apenas 1,1% do rebanho nacional. Entretanto, a qualidade da carne é reconhecida em todo o país, pois temos um rígido controle sanitário. Queremos organizar e fortalecer a cadeia produtiva para que possamos ganhar ainda mais espaço no mercado”.

O principal entrave para o crescimento do setor, de acordo com o presidente da Cooperativa dos Suinocultores de Sergipe (Coopergipe), que reúne 28 criadores de 14 municípios, José Evairton Andrade, ainda é o preconceito em relação aos animais. “A expressão ‘carne de porco’ é pejorativa, porque a palavra porco remete à sujeira, falta de higiene. Esses animais são criados em áreas pré-determinadas, sem contato com areia ou qualquer tipo de material que possa transmitir algum tipo de verme. Além disso, eles são alimentados exclusivamente com ração e tem água potável disponível durante todo o dia”.

O produto tem um teor de potássio ideal para aquelas pessoas que sofrem de hipertensão. O seu teor de colesterol é igual ou menor que o presente em outras carnes. Outra vantagem é a quantidade de ácidos graxos e saturados, que é bem menor que o apresentado em outras espécies.

Atualmente, o Brasil é o quarto maior produtor de carne suína e o segundo maior exportador, porém o consumo da carne no país ainda é pequeno. A região Nordeste consome cerca de 5,5kg/por habitante, um terço do verificado no Sudeste. Com o projeto, coordenado pelo Sebrae, Associação Brasileira de Suínos e Senar, serão promovidas palestras, capacitações e festivais gastronômicos para elevar em 2kg a quantidade de carne ingerida pela população.

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