Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Paraná

Um mercado de US$ 169 milhões para o oeste

Os dados referentes aos meses de janeiro e fevereiro de 2018 revelam, mais uma vez, um recorde para o primeiro bimestre do ano

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Um mercado de US$ 169 milhões para o oeste

Com mais de 70% das exportações ligadas ao agronegócio no Estado, está aí um segmento que vai de vento em popa, e não é de hoje. Os dados referentes aos meses de janeiro e fevereiro de 2018 revelam, mais uma vez, um recorde para o primeiro bimestre do ano. Na região oeste do Paraná, onde o comportamento no mercado internacional é bastante ativo e mais de 90% das exportações são ligadas à agricultura e à pecuária, o desempenho das cidades com atividades comerciais de compra e venda de produtos registraram um saldo espetacular.

Ante ao comportamento regional das exportações em crescimento, o que se observa é a confirmação do aumento das exportações das carnes, sobretudo a de frango, principal item da pauta das comercializações externas do oeste paranaense.

Puxados por municípios como Cascavel, Palotina, Cafelândia, Matelândia, Medianeira e Marechal Rondon, dos US$ 241 milhões vendidos para outros países neste primeiro bimestre, 70%, ou seja, US$ 169 milhões vêm desse segmento. “E isso é muito importante para a economia regional, porque quando você vende a carne, é o produto transformado, é o produto com valor agregado. A região vem mantendo e ampliando esta vocação desde a década de 1990 e mais fortemente, no setor carnes, a partir dos anos 2000. Com mercado lá fora, este volume de comercializações só tem a crescer”, avalia o especialista de mercado Camilo Motter.

No primeiro biomestre de 2017 o segmento carne de frango havia movimentado algo em torno de US$ 150 milhões. No início deste ano o avanço para este mercado foi de 12%.

Balança

Com base nos dados do Mdic (Ministério do Desenvolvimento de Indústria e Comércio Exterior), foram quase US$ 241 milhões em exportações, contra US$ 215 milhões em igual período de 2017, aumento de 12%. Vale lembrar que 2017 foi o melhor ano da história regional à balança comercial. “E este ano tem tudo para isso se repetir. O mercado asiático aponta para manter e até aumentar as compras dos nossos produtos, o câmbio deverá ser favorável, então tudo se desenha para mais um ano extremamente positivo”, avalia o secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara.

Para o diretor-presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, a safra menor promete não comprometer nem o abastecimento interno nem as exportações. “Mesmo com a quebra estimada, devemos ter a segunda maior safra da história de grãos. A do ciclo passado, 2016/2017, não pode ser tomada como base única e exclusivamente porque foi a maior da nossa história, mas, mesmo com a possibilidade de perdas, teremos agora a segunda maior produção. Não há riscos de desabastecimentos e temos estoques excelentes”, reforçou Dilvo.

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