Mais de 50% da área plantada de milho já foram colhidas em Lucas do Rio Verde. Preocupação agora é com o espaço para armazenagem dos grãos.
O gargalo da armazenagem

O Sindicato Rural Patronal de Lucas do Rio Verde estima que a colheita de milho já tenham ultrapassado a casa dos 50% de uma área total de 220 mil hectares.
O problema é que a colheita segue em ritmo acelerado e os armazéns não estão dando conta para estocar todo o grão colhido.
Em alguns armazéns já podem ser visto montanhas de milho a céu aberto. Os leilões de escoamento de produto (PEP) feito pela Companhia Nacional de Abastecimento – CONAB – também não está conseguindo escoar no mesmo ritmo da colheita. Já foram realizados três leilões com capacidade de 600 mil toneladas. Sendo que na região de Lucas do Rio Verde, o montante não ultrapassa a casa de 115 mil toneladas.
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“Nós temos programado para serem realizados entre 12 ou 14 leilões, o que será suficiente para escoar todas nossa produção. O que ocorre é que a colheita é rápida e os leilões ocorrem a cada 15 dias e isso faz com que tenhamos nesse momento milho sendo armazenados a céu aberto pelo menos nesse período de seca”, comento Julio Simpack, presidente do Sindicato Rural Patronal. Hoje o preço praticado por saca de milho varia em torno de R$ 7,00, mas com os prêmios que garantem o preço mínimo, o valor pode chegar a R$ 13,98. Os produtores cogitam uma perca de 20% a 30% de produção em relação a 2009, quando se chegavam a colher em média 85 sacas de milho por hectare.























