Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 65,36 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,88 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,71 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,52 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,97 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,36 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 155,96 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 162,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 181,28 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 146,63 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 168,62 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,62 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.356,88 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.299,34 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 181,05 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 154,29 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 159,08 / cx
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MT rumo à liderança

Desempenho da soja, que pode render ao MT o 1° lugar no ranking nacional de produção de grãos, será determinante à variação da safra brasileira.

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MT rumo à liderança

Levantamento realizado pela Expedição Safra estima que a soja em Mato Grosso tem potencial para superar 19 milhões de toneladas no ciclo 2010/11. A se confirmar, além de histórica, a marca pode garantir ao estado o primeiro lugar no ranking nacional de produção de grãos. O 2.º levantamento de plantio divulgado pela Conab coloca Mato Grosso na liderança. O desempenho também será decisivo à produção brasileira de soja, que, apesar da área maior, vive sob a ameaça do clima, fortemente influenciado pela La Niña nesta temporada.

A Expedição acredita que a soja ganha perto 100 mil hectares este ano. A produtividade média – a julgar pelo incremento em tecnologia, mas também a depender do regime de chuvas na etapa final de desenvolvimento das lavouras, assim como a estiagem que retardou o plantio este ano-, tende a registrar leve recuo, para pouco mais de 51 sacas por hectare (ver infográfico). Os analistas avaliam que a expansão da oleaginosa poderia ser ainda maior, não fosse o bom momento do algodão, que também cresce numa proporção próxima de 100 mil hectares.

O fato é que, não apenas por conta do atraso das chuvas, que postergaram a implantação das lavouras em relação ao ano passado, a safra de Mato Grosso enfrenta um ciclo singular sob vários outros aspectos. A precipitação, por exem­­plo, que tardou no plantio, pode complicar o final do ciclo. Há previsão de muita umidade e concentração da colheita em fevereiro.

Na esteira, vem a preocupação em honrar os contratos futuros. O produtor lançou mão da comercialização antecipada como nunca. Quase metade da produção prevista foi fixada antes mesmo do plantio ter sido finalizado. Aí, a frustração, com contratos de US$ 15 fechados em julho até US$ 22/saca em outubro e novembro. Dá para fazer uma boa média, mas poderia ser melhor, reclamam os produtores.

Por fim, a indefinição da safrinha de milho, que vem depois da soja e deve ser uma incógnita até o momento do plantio. A partir da sondagem feita com produtores e cooperativas, a Expedição acredita que a redução da área do cereal de 2ª safra em Mato Grosso deve ficar acima de 20% e, assim, superar a queda verificada na 1.ª safra do Paraná, o maior produtor de milho de verão, que foi de 18,4%.

Transgênicos – Nesta safra, o Mato Grosso também se rende aos transgênicos. Nem mesmo a motivação do mercado europeu, que mantinha quase que uma ilha de soja convencional no Oeste do estado, conseguiu barrar o grão geneticamente modificado (GM). Segundo a Expedição Safra, a participação da semente transgênica cresceu 11 pontos porcentuais, para 66% da área na atual temporada. Cleto Webler, que cultiva 12 mil hectares em Sapezal e entorno, Região Oeste, cobriu 100% da área com semente GM.

MT + PR – Com as quase 14 milhões de toneladas previstas para o Paraná, conforme a Expedição, os dois estados podem somar 33 milhões de toneladas de soja. Na safra anterior, os dois estados responderam, juntos, por 48% da oferta total. Respeitada a proporção, e a depender das condições climáticas, isso significa que em 2010/11 o Brasil tem condições de vencer ou pelo menos igualar a marca anterior da oleaginosa, de 68,88 milhões de toneladas.

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    Grande São Paulo (SP)
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