Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Mercado Externo

Argentinos pagam mais por produtos de exportação

Atraso cambial, inflação alta e perda de competitividade fizeram com que produtos típicos da pauta de exportação do país sejam agora mais baratos em São Paulo do que em Buenos Aires.

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Argentinos pagam mais por produtos de exportação

Atraso cambial, inflação alta e perda de competitividade da Argentina fizeram com que produtos típicos da pauta de exportação do país, como arroz e derivados de trigo e leite, sejam agora mais baratos em São Paulo do que em Buenos Aires, apesar do custo muito menor da matéria-prima.

“Existe um subsídio cruzado. O consumidor argentino é obrigado a pagar mais para que as empresas exportem. A perda de competitividade fica aqui. Mesmo com rentabilidade menor lá fora, manter o mercado externo é importante para que a empresa tenha acesso a uma fonte de dólares”, diz o ex-ministro da Economia Roberto Lavagna, opositor ao governo da presidente Cristina Kirchner, que o derrotou na eleição de 2007.

O real era trocado ontem por três pesos nas lojas do centro de Buenos Aires e nas “cuevas” – as casas de câmbio informais. É uma cotação 25% superior à da taxa de conversão oficial do Banco Central argentino e uma brecha em relação ao mercado formal de câmbio sem precedentes para a moeda brasileira no país. Há apenas um mês, os cambistas argentinos não pagavam nada a mais pela moeda brasileira.

 

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