Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Manejo

De resíduos suinícolas para energias renováveis

A compostagem de resíduos na suinocultura nacional é alvo de estudos e pode ser alternativa para uma produção mais sustentável.

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De resíduos suinícolas para energias renováveis

O Brasil é o quarto maior produtor e exportador de carne suína do mundo. Esta posição foi conquistada devido às alterações significativas no sistema de produção ao longo dos últimos 30 anos. O Brasil viu sua produção suinícola passar de um modelo de subsistência pequeno para um sistema de confinamento alimentar grandioso. No entanto, apesar do sucesso da suinocultura brasileira, a cadeia é alvo de uma grande preocupação pública devido à grande quantidade de resíduos gerados nessas operações e seu impacto ambiental sobre o solo, o ar e a qualidade da água. O fato reflete a necessidade de um tratamento de dejetos suínos na hora do descarte.

A compostagem de dejetos de suínos mostra-se uma boa alternativa. O procedimento tem sido promovido no Brasil na hora de reaproveitar estes resíduos de produção. Esta prática permite a evaporação da água e transforma os dejetos líquidos em um material sólido de alto valor biológico que pode ser utilizado como biofertilizante – fácil de manusear e transportar para áreas de plantio.

Um projeto quer avaliar as emissões de efeito estufa durante a compostagem e propor tecnologias inovadoras para acelerar o metabolismo biológico para a compostagem e redução de emissões. O uso do fertilizante líquido como esterco também está sendo avaliado. Seus benefícios como biofertilizante sugerem que este é um composto promissor na comparação com fertilizantes minerais mais caros.

Além de testar as concentrações de biofertilizante em diversas culturas, o projeto também está avaliando novos equipamentos para melhor distribuir o biofertilizante nos solos com o objetivo de otimizar a fixação de nitrogênio e minimizar as emissões para a atmosfera.

Marcio L.B. da Silva, pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, publicou um artigo sobre o tema no blog do Labex Korea. Para saber mais sobre o reaproveitamento de resíduos na suinocultura para a produção de energia, clique aqui (artigo em inglês).

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