As principais classes consideradas como probióticas são os Bacillus, as leveduras e bactérias produtoras de ácido lático, tais como Lactobacillus, Bifidobacterium e Enterococus
Variáveis sanguíneas de leitões na fase de creche alimentados com rações comerciais com diferentes probióticos

Dentro da cadeia de produção de suínos, a fase de creche é considerada o período mais crítico aos animais, uma vez que esta fase causa um maior estresse aos leitões devido a diversos fatores, como a separação da mãe, adaptação ao novo ambiente, mudança na alimentação e estresse social. Diversas pesquisas são encontradas no meio cientifico sobre a microbiota intestinal e os microrganismos que nela atuam, e cada vez procura-se estudar os seus efeitos. Estudos feitos por Kotzampassi & Giamarellos-Bourboulis (2012), Power et al. (2014), estudando a microbiota intestinal, descobriram que ela possui influência direta com a saúde do hospedeiro, como alterações metabólicas, fisiológicas, nutricionais e processos imunológicos. Assim, com a finalidade de melhorar o desempenho zootécnico dos animais, surgem os probióticos, que são microrganismos vivos e quando administrados em quantidades adequadas, melhoram a microbiota intestinal conferindo um benefício à saúde do hospedeiro (Fao/Who, 2001). As principais classes consideradas como probióticas são os Bacillus, as leveduras e bactérias produtoras de ácido lático, tais como Lactobacillus, Bifidobacterium e Enterococus (Stein et al., 2006). Neste contexto, o objetivo deste trabalho foi avaliar variáveis sanguíneas de leitões na fase de creche alimentados com rações comerciais com diferentes probióticos.
Material e métodos
O experimento foi realizado no Setor de Suinocultura da Fazenda Experimental da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), no campus de Marechal Candido Rondon (PR), situado na linha Guará.
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Foram utilizados 150 leitões, fêmeas e machos inteiros, mestiços, desmamados aos 21 dias de idade com peso médio inicial de 6,81 ± 0,71 kg distribuídos em delineamento experimental de blocos casualizados, em arranjo fatorial 3 x 2 (três dietas experimentais e dois sexos), totalizando seis tratamentos, com cinco repetições e cinco animais por unidade experimental, sendo blocados por sexo.
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