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Produção brasileira de carne é tema de congresso mundial na África do Sul

Representante do Brasil ressaltou que o País é livre de várias doenças que ocorrem em outras regiões do mundo, como a encefalopatia espongiforme bovina (doença da vaca louca), a peste suína africana e a gripe aviária.

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Redação (09/09/2008) – O crescimento da produção de carne deve ser baseado no aumento da eficiência produtiva e não na extensão da fronteira pecuária. A afirmação foi feita pelo secretário de Defesa Agropecuária, Inácio Kroetz, no primeiro dia de palestras do 17º Congresso Mundial da Carne (World Meat Congress), nesta terça-feira (9), na Cidade do Cabo, África do Sul. Kroetz, que está representando o ministro Reinhold Stephanes, falou sobre a produção sustentável de carnes no Brasil.

O secretário participou do painel sobre as políticas que influenciarão a indústria global de carne, aberto pela comissária para Agricultura e Desenvolvimento Rural da União Européia, Mariann Fischer Boel. O comissário australiano para África, Philip Green, e o diretor-geral de Agricultura da África do Sul, Njabulo Ndul, também foram palestrantes do painel.

O papel do Brasil na produção de carne no comércio mundial foi destacado pelo secretário. De acordo com Kroetz, o País detém 200 milhões de cabeças de bovinos, que correspondem a 15% do rebanho mundial. “Somos o segundo maior produtor e o maior exportador de carne bovina do mundo”, disse.

Qualidade da carne – O secretário ressaltou que o País é livre de várias doenças que ocorrem em outras regiões do mundo, como a encefalopatia espongiforme bovina (doença da vaca louca), a peste suína africana e a gripe aviária, o que contribui para a boa qualidade da carne brasileira. Kroetz falou também dos progressos significativos do Brasil, nos últimos anos, em ações sanitárias que visam a erradicação da febre aftosa, da peste suína clássica e da doença de Newcastle.

O secretário destacou o fato de 16 estados brasileiros, mais o Distrito Federal e parte do território do Pará e do Amazonas, serem reconhecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como livres de febre aftosa. A área corresponde a 60% do território brasileiro e concentra 90% do rebanho bovino. Na região estão cerca de 22,5 milhões de suínos, o que representa 85% da suinocultura nacional.

Segundo Kroetz, desde 1934, a legislação brasileira impõe regras para assegurar o bem-estar dos animais no transporte, no confinamento e no abate. “Uma pessoa que trata mal um animal pode ser multada e presa”, explicou.

O secretário lembrou ainda que a América do Sul é um dos continentes que mais fornecem produtos de origem animal e que deve ser vista pelo mundo como uma “reserva produtiva” de alimentos para a humanidade.

Agricultura eficiente – Tecnologia, diversificação climática e espaço disponível foram características apontadas pelo secretário como fatores essenciais para o sucesso da agricultura brasileira. “Não existem subsídios para os produtores rurais brasileiros”, ressaltou.

Em relação ao etanol, Inácio Kroetz afirmou que a produção brasileira de combustível não concorre com a de alimentos. “O etanol é processado a partir da cana-de-açúcar e o Brasil não incentiva o uso de grãos para produção de biocombustíveis”, enfatizou.

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