Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,94 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,61 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,99 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,45 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,00 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.453,63 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,88 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Mercado Interno

Boletim ABCS: Mercado & Cotações

Mercado de suínos demonstra sinais de recuperação e cotações sobem em algumas regiões brasileiras. Segundo declarações de entidades estaduais, calor, oferta e demanda ditarão os rumos da cadeia.

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Na última semana de fevereiro o mercado já demonstra sinais de recuperação. A demanda se mantém aquecida, causando a elevação de preços em algumas regiões. No Rio Grande do Sul, o mercado está reagindo em comparação à semana passada, com aumento de R$ 0,10 ao valor pago ao produtor pelo quilo do suíno vivo, que está sendo comercializado a R$ 2,10 a quilo. Para os pequenos e médios produtores os resultados são mais expressivos, com o quilo do suíno vivo sendo cotado a até R$ 2,40, segundo informações da Associação dos Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs).

Em São Paulo, a semana fechou em R$ 50,00 a arroba, o equivalente a R$ 2,65 o quilo do suíno vivo. Segundo a Associação Paulista dos Criadores de Suínos (APCS), houve uma redução na oferta em 8% se comparado ao mês de dezembro em função do baixo peso do animal e pelo excesso de venda de animais em dezembro. A tendência é que a situação se normalize a partir de março, o que sinaliza o início da recuperação das vendas e a retomada nos preços. Para os produtores do estado do Mato Grosso do Sul o cenário também tem se mostrado favorável. Nessa semana, o quilo do suíno vivo foi comercializado a R$ 2,10 segundo a Associação Sul-Matogrossense de Suinocultores (ASUMAS), que também aguarda aumento significativo para o mês de março.

Em Santa Catarina o mercado apresentou reação nas vendas e tem se mostrado atrativo aos produtores, segundo a Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS). Com o mercado catarinense aquecido e o aumento na procura pela carne, produtores tem vendido os animais a um baixo peso, o que necessita de uma venda maior de animais, um sinal positivo que promete a recuperação nos preços. Na última semana do mês de fevereiro, as cotações fecharam em R$ 2,25 o quilo do suíno vivo. O mesmo cenário acontece em Minas Gerais, com o quilo do suíno vivo sendo vendido a R$ 2,65. A expectativa é que a bolsa dessa semana apresente reações de R$ 0,05 a R$ 0,10 no valor pago ao produtor, segundo a Associação de Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg).

Já no Paraná, os preços se mantiveram estáveis nessa última semana, com uma pequena elevação nos preços, principalmente na região centro-sul do estado que atingiu R$ 2,15 o quilo do suíno vivo. Nas demais regiões, o preço se manteve em R$ 2,10 o quilo, segundo informações da Associação Paranaense de Suinocultores. No Mato Groso o preço de manteve também, com o quilo do suíno vivo sendo vendido a R$ 2,15. A Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat) aguarda uma elevação na cotação já para essa semana.

Declarações

“Estamos com o abate 60 dias adiantados, pois vendemos a cota de janeiro em dezembro e de fevereiro em janeiro, e isso refletiu no peso dos animais. Mas esperamos para o mês de março alterações positivas nas vendas e o início da recuperação do prejuízo que o produtor teve nesses dois últimos anos. Acreditamos que esse seja um ano promissor para o setor.”
 Valdomiro Ferreira, presidente da APCS

“Embora nos tenhamos feito a solicitação ainda não há garantia da continuidade de isenção do ICMS e isso tem reflexo direto no preço pago ao produtor. Então, o mercado deverá se apresentar instável até que essa situação se resolva.”
Wolmir de Souza,presidente da ACCS

“Com a variação de temperatura que está acontecendo no Paraná, não conseguimos visualizar uma tendência para os próximos dias. Quanto mais baixas as temperaturas, maior o consumo, então sem a estabilidade no clima as chances do consumo aumentar são menores.”
Carlos Geesdorf, presidente da APS

“A nível nacional o preço tem apresentado algumas altas. Aqui no Mato Grosso o consumo não está exagerado e a oferta tem se mantido ajustada. Os animais estão começando a recuperar o peso normal e esse é um dos fatores de elevação nos preços.”
Custódio Rodrigues de Castro Jr,diretor-executivo da Acrismat.

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