Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Agronegócio brasileiro: a potência do PIB nacional

Frente às crises na economia e na política, o agronegócio brasileiro poderá ser o único grande setor que apresentará taxas de crescimento positivas em 2016.

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Frente às crises na economia e na política, o agronegócio brasileiro poderá ser o único grande setor que apresentará taxas de crescimento positivas em 2016. Ao longo dos últimos meses, diferentes setores foram impactados pelos efeitos da recessão econômica que o país atravessa. Entretanto para o agronegócio, o cenário é diferente. Enquanto a economia brasileira apresentou uma retração de 3,8% no acumulado de 2015 – a maior queda desde 1990 –, a agropecuária foi o único setor a mostrar desempenho positivo no acumulado no último ano, crescendo 1,8%. Em fevereiro, as exportações do setor somaram US$ 6,71 bilhões, recorde da série histórica (1997-2016) para um mês de fevereiro. O valor corresponde a 50,3% das vendas externas totais do país, de US$ 13,348 bilhões.

Os destaques ficaram para as carnes (US$ 1,05 bilhão; -1,1%); o complexo soja (US$ 1,04 bilhão; +42,6%); o complexo sucroalcooleiro (US$ 952,11 milhões; +123,8%); cereais, farinhas e preparações (US$ 949,40 milhões; +180,5%) e produtos florestais (US$ 932,52 milhões; +21,1%). As exportações desses produtos passaram de US$ 3,32 bilhões em fevereiro de 2015 para US$ 4,92 bilhões no mesmo mês deste ano. Já as importações totalizaram US$ 953,51 milhões, o que resultou num saldo de US$ 5,76 bilhões, segundo dados liberados pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Mapa.

Entre os compradores dos produtos agropecuários brasileiros, o destaque em fevereiro passado foi para Ásia, que aumentou em 75% as compras, passando sua participação de 32,1% do valor exportado para 41,2%. Entre os países, a China se mantém como principal parceria do agronegócio nacional. No mês passado, os embarques para lá subiram 94,9% e somaram US$ 1 bilhão. Mais uma vez o agronegócio demonstra porque é o grande negócio do Brasil e é exatamente num dos momentos mais difíceis dos país que o campo mostra sua força e exibe o seu valor. Entretanto, apesar do desempenho positivo no ano passado, o setor poderá não sair ileso das consequências da atual crise político-econômica por que passa o país.

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