Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,90 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,23 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,46 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,92 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,03 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,53 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,61 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,63 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,64 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.461,42 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,39 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,87 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Economia

Exportação de carne suína cresce quase 300% em Mato Grosso

Em casos de pedaços como pernas, pás e pedaços não desossados de suínos congelados o acréscimo foi de 297%

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Exportação de carne suína cresce quase 300% em Mato Grosso

Todos os tipos de carne suína presentes no saldo da balança comercial de Mato Grosso registraram aumentos na exportação durante o ano passado. Em casos de pedaços como pernas, pás e pedaços não desossados de suínos congelados o acréscimo foi de 297%. O volume, segundo dirigentes do setor, salvou a suinocultura de uma crise mais séria.

Os tipos registrados na balança foram: miudezas comestíveis de suíno congeladas, produto cujas exportações aumentaram em 56,9%; outras preparações alimentos e conservas de suínos e misturas (8,2%); miudezas comestíveis de suíno, frescas ou refrigeradas (198,4%); tripas de suínos, frescas, refrigeradas, congeladas, salgadas e defumadas (74,4%) e outras carnes de suíno congeladas (74,1%). Os dados são compilados e divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).

De acordo com Custódio Rodrigues de Castro Junior, diretor executivo da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), o mercado final do produto representou melhoras por causa de questões externas. “Por alguns problemas de ordem política na Rússia, por exemplo, o país acabou comprando mais do Brasil. A questão ainda é explicada por fatores como o nosso custo de produção que é um pouco mais baixo do que em outros estados brasileiros. A própria piora no cenário da carne bovina também acabou contribuindo”, argumentou.

Como citado pelo diretor, segundo o relatório da balança comercial, o Brasil aumentou em 14,3% o volume de produtos exportados para a Rússia no último ano. Por outro lado, as exportações de carne bovina caíram em 15%.

Apesar do saldo positivo registrado em 2016, Custódio pontuou que o setor tem se preocupado porque os produtores estão trabalhando no limite entre o custo de produção e de venda. Segundo ele, a crise por causa da queda na produção do milho, que teve seu pico no início do ano passado, afetou bastante os criadores. “O que salvou a suinocultura e os produtores de entrarem em uma crise no ano passado foi o volume de exportações. Se elas não tivessem ocorrido, seria um caos. Como dependemos da agricultura, que teve um ano ruim, a tendência éra termos um ano preocupante também”, disse.

A carne suína ainda representa um percentual pequeno no volume das exportações de Mato Grosso. Apesar do produto especificado de “outras carnes de suíno congeladas” ter aumentado em 74,1% seu volume de negócios, a produção só responde por 0,65% do total de exportações de Mato Grosso. 

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