Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,81 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 148,71 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,70 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,97 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,90 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,63 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 151,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 143,71 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.574,15 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.459,99 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 135,29 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,91 / cx
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Rabobank

Até 2020, exportação de carne suína brasileira para a China deve permanecer ao mesmo patamar de 2016

Análise do Rabobank ainda aponta que Brasil precisa aprender mais sobre as preferências da indústria chinesa em relação a cortes

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Até 2020, exportação de carne suína brasileira para a China deve permanecer ao mesmo patamar de 2016

O Rabobank espera que o Brasil continue crescendo sua presença no mercado chinês e ganhando participação de mercado em outras regiões, como União Europeia, que deverá reduzir as exportações em 2017. De acordo com a análise, o produto brasileiro vem conquistando espaço, pautado principalmente em seu baixo custo de produção. Porém, dada a ainda pouco experiência do mercado chinês, o país precisa aprender mais sobre as preferências da indústria local em relação aos cortes utilizados na produção de processados, principal destino das importações da China.

De acordo com o Rabobank, até 2020, o nível de importações de carne suína permanecerá próximo ao patamar alcançado em 2016, quando os volumes dobraram em relação a 2015. Mudanças estruturais no mercado chinês visando mais segurança alimentar continuam a ser o principal motor de compras internacionais.

Nesse cenário, o Brasil competirá principalmente com o a União Europeia e os Estados Unidos para ganhar participação de mercado. “É importante mencionar que o Brasil possui grande disponibilidade de grãos, o que torna o país altamente competitivo na produção de ração animal”, ressalta a consultoria.

Contudo, manter-se atualizado às exigências chinesas será imprescindível, uma vez que o mercado asiático tem se mostrado dinâmico e os concorrentes do Brasil têm focado em canais de vendas mais próximos do consumidor final. “Por isso, definir o posicionamento estratégico de longo prazo na cadeia chinesa de suprimentos deve ser o ponto crítico de sucesso”, concluí.

 

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