Além disso, o que mais anima é o mercado interno e a produção para as festas de fim de ano
Disputa entre EUA e China favorece indústria de carnes de SC

Depois de enfrentar um obstáculo atrás do outro no primeiro semestre deste ano – ausência de compras de carne suína pela Rússia, embargo ao frango pela Europa, restrições religiosas no mercado árabe e a pesada greve de transportadores – o setor de carnes de Santa Catarina vê potencial de melhores vendas neste segundo semestre.
O que mais anima é o mercado interno e a produção para as festas de fim de ano. Mas com a guerra comercial Estados Unidos-China pode sobrar mais mercado no gigante asiático para carnes do Estado e do país. Uma fonte do setor agroindustrial admitiu que há potencial para mais venda de carnes à China, mas preferiu não estimar quanto.
Entre os que veem oportunidades de mais vendas aos chineses está o consultor Henry Quaresma, CEO da Brasil Business Partners, especializada em negócios com chineses. Segundo ele, com a sobretaxa de 25% que será colocada pelos EUA para 1,3 mil produtos chineses, incluindo automóveis, soja, carnes, produtos químicos e outros, serão abertas oportunidades para empresas brasileiras.
Leia também no Agrimídia:
- •Roberto Cano de Arruda é homenageado em Itu e reforça legado na suinocultura paulista
- •Diálogo entre setor público e privado impulsiona cadeias produtivas de suínos, aves e peixes em MS
- •Sanidade e Agropecuária: Reino Unido intensifica combate à importação ilegal de carne e reforça medidas de biossegurança
- •Avicultura e Exportação: influenza aviária redefine comércio global de frango nos EUA sem colapso dos mercados
– O agronegócio brasileiro deverá estudar estrategicamente a forma de aproveitar as oportunidades, principalmente com a soja e as carnes exportadas ao mercado chinês – recomenda ele.
Diante de tantos obstáculos para exportar, as mudanças ao mercado chinês podem ser uma chance de expandir vendas lá fora.





















