Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Fiscalização

Transporte e abate ilegal de carne suína no AP serão fiscalizados em fevereiro

Ação quer garantir controle sanitário para evitar risco à saúde de consumidores

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Transporte e abate ilegal de carne suína no AP serão fiscalizados em fevereiro

A fiscalização do transporte e o abate clandestino de carne suína em Macapá e Santana serão alvos de uma fiscalização a partir da segunda quinzena de fevereiro. A ação, realizada pela Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária do Amapá (Diagro), quer conscientizar os produtores de suínos, garantir o controle sanitário e evitar riscos à saúde de consumidores.

Segundo a Diagro, a inspeção terá caráter de conscientização e é voltada, especialmente, a quem transporta esses animais nos portos na orla da cidade. Também serão investigadas as pessoas que comercializam a carne de forma irregular em açougues e feiras, seja na capital ou no interior.

A agência aponta que a carne dos suínos tem alto risco de contaminação quando não é retirada de matadouros legalizados. Atualmente o Amapá tem apenas um abatedouro dentro dos padrões exigidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Assim como a peste suína, doenças como a tuberculose e cisticercose são comuns na carne de porco clandestina e podem ser transmitidas à quem as consome, explicou o diretor da Diagro, José Renato Ribeiro.

“Não só em relação à peste suína, mas também a outras doenças vesiculares que podem acometer o rebanho do estado, sem falar em doenças que podem atingir o ser humano como a tuberculose ou a cisticercose, comum na carne de suínos, e que podem ser transmitidas ao ser humano”, detalhou o diretor.

Ainda segundo Ribeiro, é recomendável que o consumidor dê preferência às carnes de porco com o selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), que garante a qualidade e procedência. Para saber se o produto está regularizado, o número do SIF pode ser verificado diretamente no site do Ministério da Agricultura.

Em relação à comercialização do animal abatido e do bem estar do animal vivo, a fiscalização é feita pela Vigilância Sanitária dos municípios, em parceria com a Delegacia de Defesa do Consumidor (Decom), Instituto de Defesa do Consumidor (Procon) e Ministério Público Estadual (MPE/AP), que também participarão da ação.

Para o transporte dos animais, proprietários devem possuir o Guia de Trânsito Animal (GTA), com apresentação de certificados de vacinação e atestado de sanidade dos bichos.

A inspeção verificará também os produtos lácteos que estariam entrando clandestinamente ao Amapá vindo de municípios paraenses. A Diago também informou que vai apurar a contaminação de produtos de origem vegetal e animal pela mosca da carambola e qualquer produto fora dos padrões sanitários, além de outras pragas e doenças.

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