Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,94 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,61 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,99 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,45 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,00 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.453,63 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,88 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Mercado Externo

Nos EUA, volumes se acumulam com redução da exportação para países com surto de coronavírus

Em janeiro, a quantidade de frango nas câmaras americanas aumentou 12%;  A quantidade de carne de porco armazenada cresceu 11%

Nos EUA, volumes se acumulam com redução da exportação para países com surto de coronavírus

A epidemia do coronavírus está fazendo com que haja um excesso de carne nas câmaras refrigeradas dos Estados Unidos, com o enfraquecimento da exportação para os consumidores atingidos pelo coronavírus. Em janeiro, a quantidade de frango nas câmaras americanas aumentou 12%, para 957,5 milhões de libras atingindo o nível mais alto já registrado para o período, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês). A quantidade de carne de porco armazenada cresceu 11% na comparação interanual.

A doença alterou a perspectiva de comercialização com a China, em virtude de uma redução no consumo de carne dentro do país asiático. Até o início do ano, entretanto, os frigoríficos americanos esperavam grandes pedidos de compradores chineses, em um cenário de menores tensões comerciais e em que a China precisa preencher um déficit de proteína depois de ter seu plantel atingido pela peste suína africana.

Os funcionários da indústria de carnes esperam que a epidemia represente um atraso temporário no aumento das exportações para a China. Segundo projeção do USDA, o país terá mais carne para comercializar este ano, já que as estimativas apontam para uma produção de carne vermelha 2,9% maior, enquanto a produção de aves deve crescer 3,9%.

Em contrapartida, os produtores não podem contar com o mercado interno dos Estados Unidos para absorver a proteína não entregue, afirma o economista do Steiner Consulting Group, Altin Kalo. “Simplesmente não podemos absorver internamente toda a proteína”, disse ele. “Se realmente desacelerarmos as coisas e não conseguirmos exportar produtos, será uma situação terrível”. 

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