Contudo, os preços internacionais em queda e a cautela de compradores em adquirir grandes lotes ainda impedem valorizações domésticas do cereal.
Movimento de queda dos preços do milho perde força

De acordo com os dados divulgados nesta segunda-feira (04/05), pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o movimento de queda dos preços domésticos do milho perdeu força nos últimos dias.
Segundo colaboradores do Cepea, diante da irregularidade das chuvas e de possíveis impactos sobre a produtividade da segunda safra, muitos produtores diminuíram a oferta no spot e elevaram os valores pedidos. Contudo, os preços internacionais em queda e a cautela de compradores em adquirir grandes lotes ainda impedem valorizações domésticas do cereal.
Quanto às negociações, predomina a cautela de compradores, devido ao atual cenário econômico. Esses agentes optam por adquirir apenas lotes pontuais para curto prazo. Entre 23 e 30 de abril, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (base Campinas-SP) avançou 0,3%, a R$ 48,35/sc de 60 kg na quinta-feira, 30.
Leia também no Agrimídia:
- •Brasil se aproxima do topo global das exportações agro e ameaça hegemonia dos EUA
- •Plano Brasil Soberano: Agro absorve R$ 7,7 bilhões em crédito para conter tarifas norte-americanas
- •Plano Safra 2026/2027: O que muda no crédito rural e no financiamento das cooperativas
- •Boehringer Ingelheim nomeia Filipe Fernando como novo diretor de Aves e Suínos
Nessa região paulista, produtores e cooperativas limitaram o volume ofertado e elevaram o preço pedido pelo cereal. A disponibilidade de milho de outros estados em São Paulo também diminuiu.























