Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,82 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,07 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,65 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,52 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,72 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,84 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.533,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.418,34 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Carne Suína 2019

Exportações de 750 mil ton foram recorde, mas receitas encolheram

No ano passado, as exportações do setor suinícola brasileiro somaram US$ 1,597 milhão

Exportações de 750 mil ton foram recorde, mas receitas encolheram

A suinocultura brasileira atingiu a marca de 750 mil toneladas de carne embarcadas em 2019, segundo relatório anual 2020, da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), divulgado nesta terça-feira (12). O montante é o maior da história, acima das 733 mil toneladas de 2016, mas em valores monetários ficou abaixo dos anos de 2014 e 2017. No ano passado, as exportações do setor suinícola brasileiro somaram US$ 1,597 milhão.

O menor volume de receitas nas exportações de carne suína no ano passado, mesmo diante do recorde em toneladas embarcadas, destaca-se ainda mais quando se observa as diferenças que ocorreram em anos anteriores. Em 2014, por exemplo, o embarque de 506 mil toneladas gerou US$ 1,606 milhão. Já em 2017, foram 697 mil toneladas de carne suína exportada, que acabaram somando US$ 1,626 milhão. Houve queda significativa do preço pago pela tonelada ao longo dos últimos anos.

 

QUEDA EM NÚMERO DE MATRIZES, AUMENTO DA PRODUÇÃO

O relatório da ABPA aponta que o número de matrizes alojadas no país tem caído ao longo dos anos. Em 2018, houve um número maior de matrizes na comparação com o ano anterior, com o montante de 2.039.356, ante os 2.019.501 de 2017. Já em 2019, o número de matrizes caiu ao menor patamar da série histórica informada pela entidade: 2.017.645.

Apesar disso, a produção de carne suína atingiu o maior volume da década: 3,983 milhões de toneladas. O ganho de peso dos suínos explica esse avanço.

 

QUEDA NO CONSUMO INTERNO, AVANÇO DA CHINA

O consumo doméstico de carne suína atingiu em 2018 seu maior resultado. Cada brasileiro consumiu 15,9 quilos da proteína. Houve avanço em relação ao ano anterior, quando o consumo per capita ficou em 14,7 quilos. Mas no ano passado, contudo, o consumo voltou a cair. Segundo a ABPA, o consumo per capita de carne suína foi de 15,3 quilos.

O apetite da China pela carne suína brasileira foi o que ajudou o setor. O gigante asiático ampliou as importações da indústria suinícola brasileira. Os cortes suínos, que representam a maior parte do exportado, saltaram de 154.145 toneladas a 247.555 toneladas. Ou seja, aumento de 60,6%.

 

 

 

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