Fiesc calcula perda de mercado para suíno catarinense.
Vendas enfraquecidas
Compartilhar essa notícia
Redação SI 27/01/2004 – 04h40 – O transtorno causado pela redução das cotas de importação de carne suína brasileira por parte da Rússia está exigindo atenção especial da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc). Das 450 mil toneladas de carne suína que os russos pretendem comprar em 2004, um terço será exportado pelos Estados Unidos, um terço pelo mercado europeu e o terço restante (algo em torno de 170 mil toneladas) será dividido entre 26 países, incluindo o Brasil.
“A manutenção das restrições fará com que o Brasil deixe de ser o maior exportador de carne suína para a Rússia, prejudicando toda uma atividade preponderante para o país”, ressaltou o presidente da Fiesc, José Fernando Xavier Faraco”.
Leia também no Agrimídia:
- •Bolsa paulista registra queda de mais de 21% nos preços médios em 2026
- •Suinocultura em Minas Gerais expõe custos elevados e pressão sobre a produção
- •Campanha impulsiona consumo e percepção da carne suína no Reino Unido
- •Regra federal sobre teor de gordura coloca em risco receita da Linguiça Blumenau
Relacionados
Mercado internacional
Campanha impulsiona consumo e percepção da carne suína no Reino Unido
Semana Nacional da Carne Suína
Carne suína ganha espaço na TV e reforça alcance de campanha nacional
Mercado Internacional























