Fiesc calcula perda de mercado para suíno catarinense.
Vendas enfraquecidas
Compartilhar essa notícia
Redação SI 27/01/2004 – 04h40 – O transtorno causado pela redução das cotas de importação de carne suína brasileira por parte da Rússia está exigindo atenção especial da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc). Das 450 mil toneladas de carne suína que os russos pretendem comprar em 2004, um terço será exportado pelos Estados Unidos, um terço pelo mercado europeu e o terço restante (algo em torno de 170 mil toneladas) será dividido entre 26 países, incluindo o Brasil.
“A manutenção das restrições fará com que o Brasil deixe de ser o maior exportador de carne suína para a Rússia, prejudicando toda uma atividade preponderante para o país”, ressaltou o presidente da Fiesc, José Fernando Xavier Faraco”.
Leia também no Agrimídia:
- •C.Vale amplia atuação no Paraná com aquisição de unidade da I.Riedi em Guaíra
- •Sustentabilidade na Suinocultura: setor britânico reduz emissões e define agenda ambiental até 2030
- •Inspeção no descarregamento pode elevar padrões em frigoríficos, aponta estudo sobre bem-estar animal na suinocultura europeia
- •Dispositivo de estímulo fisiológico no parto de matrizes suínas avança com apoio à inovação no Paraná





















