Convênio de mapeamento foi firmado ontem na sede da Farsul.
Georreferência suinícola sai em até um ano
Redação SI 30/08/2005 – A cadeia produtiva suinícola gaúcha deverá estar georreferenciada até o segundo semestre de 2006. A expectativa do presidente da Acsurs, Valdecir Folador, foi respaldada ontem com a assinatura de convênio que permitirá o mapeamento a ser executado por pesquisadores da UFSM, Sips, Farsul, Senar e Secretaria de Agricultura com apoio do Ministério da Agricultura. Como definiu o diretor executivo do Sips, Rogério Kerber, “o georreferenciamento permitirá resposta imediata de ações em caso de aparecimento de doenças”.
O mapeamento incluirá da base de dados, com cadastros do suinocultor, a itens de sua produção. Segundo o professor da área de Geomática da UFSM Enio Giotto, a idéia é incluir todas as unidades de produção do RS. “Faremos um diagnóstico da situação espacial da cadeia, desde os produtores integrados até os independentes.”
Kerber alerta para a gravidade de doenças como febre aftosa ou Aujelski, que podem dizimar embarques de suínos voltados, principalmente, à Rússia. O presidente da Farsul, Carlos Sperotto, ressaltou a importância do projeto. “A cadeia está dando um importante passo, reunindo, inclusive, valor agregado.” São 68 mil suinocultores no RS. A Acsurs projeta mapear 25 mil produtores, em especial os ligados à agroindústria.
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