Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,96 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,06 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,56 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,42 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.348,29 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,43 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
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Governo analisa proposta de regionalização avícola

Mudança é defendida por representantes de RS, SC e PR.

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Redação AI 06/07/2005 – O Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento está analisando o projeto de regionalização da atividade avícola, apresentado pela União Brasileira de Avicultura (UBA). A proposta prevê a criação de zonas avícolas, como defendem os governos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. 

Essa é uma proposta complexa, que exigirá inclusive consulta à assessoria jurídica do ministério. Como a proposta prevê a restrição do trânsito de animais e seus produtos entre Estados, temos que verificar as implicações legais desse procedimento diz o diretor do Departamento de Saúde Animal, Jorge Caetano.

Segundo ele, o assunto está sendo examinado por técnicos do Programa Nacional de Sanidade Avícola.

A implementação da proposta permitiria estabelecer as regiões sem ocorrências de doenças de importância econômica nos plantéis comerciais de aves.

Os principais Estados produtores de aves não querem ter suas exportações prejudicadas por eventuais problemas sanitários que surjam em outras áreas do país assinala Caetano.

Diferentemente do que ocorre com a febre aftosa, a Organização de Saúde Animal (OIE) não reconhece países ou zonas livres de doenças das aves. No setor avícola, o reconhecimento é feito por intermédio de negociações bilaterais.

 

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