Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Lei 9.712

Ariel Antonio Mendes comenta a regulamentação da lei de defesa sanitária durante o 19o. Congresso da UBA.

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Ariel, da UBA, é contra a lei 9.712 da defesa sanitária

Redação AI 27/10/2005 – O vice-presidente Técnico/Científico da UBA, Ariel Antonio Mendes, falou sobre a regulamentação da lei 9.712 no debate de um dos painéis apresentados na manhã desta quarta-feira (26/10) do 19. Congresso da UBA, em Brasília (DF). A lei diz respeito à normatização da defesa sanitária animal e vegetal no Brasil. “Existe uma unanimidade contra esta lei entre os setores de carnes, pescado e leite”, revelou Mendes. “A sua redação, da forma como está, a deixa muito ampla, muito flexível e esses setores não concordam com as suas normas.”

Segundo o vice-presidente da UBA, a lei 9.712 abre as portas para a inspeção sanitária municipal dos alimentos. “Nós já temos a inspeção federal e a estadual. Considero esta lei confusa, pois não há limitação para que os municípios façam a sua inspeção”, explicou. Ariel falou ainda que esta lei não pode ser aprovada agora e que a UBA e outras entidades já entraram com uma solicitação para que a sua redação seja refeita. “É complicado termos no Brasil três tipos de inspeção. Para este caso, estamos sugerindo que a lei trabalhe com tamanhos de módulos, ou seja, que ela especifique que empresas que abatem até 15 ou 20 mil frangos por dia, por exemplo, sejam inspecionadas pelo município. A sugestão está em limitar e classificar as empresas para a abrangência desta lei.”

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