Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Gripe H1N1

Sistema de criação protege rebanho do Brasil de gripe suína

Não há necessidade de adoção de medidas emergenciais, afirma Reinhols Stephanes.

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O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, considerou nesta quarta-feira (29) muito difícil que a gripe suína atinja o rebanho brasileiro. “É muito difícil que esse vírus, mesmo que chegue a suínos, atinja o Brasil por causa do nosso sistema de criação. Nossas plantas são muito avançadas”, afirmou, ressaltando, por exemplo, que uma granja é construída com uma distância suficiente da outra para que se evite proliferação de vírus, como o atual.

Stephanes garantiu que não há necessidade, portanto, de adoção de medidas emergenciais para evitar a chegada do vírus porque as granjas têm alto padrão de tecnologia. “Por enquanto, mantenho a posição de otimismo. Não é para ter pessimismo, mas isso não quer dizer que não teremos problemas amanhã; isso ninguém pode dizer”, comentou. Se vier a ocorrer contaminação do homem para o porco, a forma de produção e organização permitirá imediatamente isolar uma área e evitar que a doença se propague. “Não há necessidade de medidas adicionais. O cozimento da carne, por exemplo, é recomendação geral e não em função deste gripe, faz parte de um bom senso.”

O ministro também afirmou que é cedo para dizer que se trata de uma pandemia (epidemia generalizada). “Não existe pandemia, mas não cabe a mim avaliar”, desconversou. Ele evitou entrar na polêmica sobre a nomenclatura da doença. Para os produtores brasileiros, a gripe não deve ser chamada de suína porque até o momento não há registro da doença nesses animais. “A própria OIE (Organização Internacional de Saúde Animal) recomenda que não se chame de gripe suína. O nome correto é sempre onde surge: gripe espanhola, asiática… Se seguíssemos o padrão, teria de ser chamada pelo lugar onde ela nasceu”, argumentou. Questionado sobre a possibilidade de o governo começar a adotar esse padrão de nomenclatura, o ministro disse: “Não cabe ao governo adotar isso. A OMS (Organização Mundial de Saúde) é que deveria chamar isso, mas não deveria chamar de gripe suína, porque não é. Pra mim, é gripe mexicana.”

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