Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Manejo

Indústria se adapta para abate halal

Empresários brasileiros adaptam plantas de abate para atender mercado islâmico.

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A realidade do crescimento do consumo de produtos halal, permitidos pela religião islâmica, já está fazendo com que empresários brasileiros adaptem suas plantas para produzir para esse mercado. No caso do abate halal, há empresas que dedicam boa parte da produção para o mundo islâmico.

Segundo dados divulgados recentemente na Halal Expo, uma das maiores feiras de produtos halal realizada em Dubai, cerca de 2 bilhões de pessoas consomem produtos halal, ou seja, um terço da população mundial. Só o setor de alimentos industrializados movimenta US$ 400 bilhões ao ano em todo mundo. “Com a crise, as empresas brasileiras diminuíram a produção, reduzindo a oferta para aumentar o preço, como é o caso do frango. Depois, passaram a escolher como parceiro o mercado que paga mais e é mais constante, sem exigências demais como a Europa ou inconstante como a Rússia.

Os países islâmicos absorveram a demanda porque têm crédito de sobra e gostam do produto brasileiro”, compara Ali Saifi, diretor do Grupo de Abate Halal. Segundo ele, das 12 milhões de aves que o Brasil abate por dia, 4 milhões são voltadas para os árabes espalhados em 112 países e 2 milhões já são voltadas especificamente para o mundo islâmico.

Grandes empresas como Frangosul e Seara, além de Perdigão e Sadia (agora unidas na Brasil Foods) destinam frigoríficos inteiros ao abate especial. Só a Sadia realiza o abate halal em seis frigoríficos, além de manter uma estrutura dedicada permanente, com equipes de sangradores e supervisão do Centro de Divulgação do Islã para a América Latina para atender às exigências de controle dos países importadores. Segundo a Sadia, que iniciou as exportações para o mundo árabe há mais de 30 anos, o segmento vem experimentando um crescimento expressivo, acima de 10% ao ano. A empresa atende a demanda de produtos halal não apenas nos países do Oriente Médio. Em quase todos os países do mundo há mercado de produtos halal, entre as comunidades de origem islâmica.

Saiba Mais!

Dicas práticas para interessados na técnica do abate halal. A técnica de abate Halal deve seguir os seguintes passos:
1 – O animal deve ser abatido por um muçulmano que tenha atingido a puberdade. Ele deve pronunciar o nome de Alá ou recitar uma oração que contenha o nome de Alá durante o abate, com a face do animal voltada para Meca.
2 – O animal não deve estar com sede no momento do abate.
3 – A faca deve estar bem afiada e ela não deve ser amolada na frente do animal. O corte deve ser no pescoço em um movimento de meia-lua.
4 – Deve-se cortar os três principais vasos (jugular, traquéia e esôfago) do pescoço.
5 – A morte deve ser rápida para evitar sofrimentos para o animal.
6 – O sangue deve ser totalmente retirado da carcaça.

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