Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Biocombustíveis

Energia e mineração vão puxar o crescimento econômico, diz ministro

Em encontro com investidores, Fernando Coelho Filho apresenta avanços e desafios do governo

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Energia e mineração vão puxar o crescimento econômico, diz ministro

Ministro de Minas e Energia Fernando Coelho FilhoO processo de retomada do crescimento econômico será puxado pelos setores de energia, mineração, óleo e gás e biocombustíveis. Essa é a análise do ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, apresentada aos participantes do Brazil Investment Forum, promovido pelo Bradesco BBI, nesta terça-feira (04/04).

O ministro detalhou os desafios de cada uma das áreas de atuação do MME, listando as conquistas dos últimos 11 meses e os próximos passos que devem ser adotados pelo governo federal no setor energético e mineral.

Na área de mineração, Coelho Filho lembrou que o Brasil vem sofrendo uma redução dos investimentos no setor desde 2012, por fatores diversos, como a queda do preço das commodities no mercado mundial e pela tramitação demorada da proposta de um novo código de mineração, o que trouxe insegurança ao setor privado. “Pior que não ter um código é não saber qual código está em vigor”, comparou o ministro. Aos investidores, ele ressaltou o empenho do governo em debater novas ações para dinamizar a atividade mineral no País, entre elas a atualização dos royalties recolhidos para os diversos tipos de minério (CFEM), a discussão sobre a exploração mineral nas faixas de fronteiras do país, e criação de uma agência reguladora do setor.

Entre os avanços já conquistados no setor mineral, ele destacou a evolução no fluxo de informações relacionados ao processo de fiscalização de barragens de mineração, que agora conta com um sistema online, que possibilita maior agilidade na análise das áreas. 

Para o setor de óleo e gás, o ministro lembrou de assuntos importantes que o MME conseguiu avançar nos últimos meses, entre eles a lei que desobriga a Petrobras de participar da exploração de todos os campos do Pré-Sal; a dinamização das regras de conteúdo local; e as diretrizes gerais para as áreas de unitização, aprovadas pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

O ministro reafirmou o compromisso de aprovar um calendário futuro de certames de petróleo, permitindo maior previsibilidade da indústria com relação aos seus investimentos. “Isso vai trazer uma periodicidade e uma agenda para todo o setor”, afirmou. O Ministro ainda comentou sobre as diversas iniciativas que têm sido debatidas com os agentes do setor, como o Combustível Brasil, o Gás para Crescer e o RenovaBio.

 

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