Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Tecnologia

Carro elétrico no Brasil precisa de mais incentivo, dizem especialistas

Impostos altos e falta de investimento em infraestrutura são grandes gargalos da expansão desse mercado do País

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Carro elétrico no Brasil precisa de mais incentivo, dizem especialistas

Pioneiro e um dos grandes produtores de energia renovável, o Brasil ainda não conseguiu transpor o sucesso de sua matriz energética limpa para o mercado automotivo. Os carros híbridos e elétricos são todos importados e representam menos de 1% das vendas no setor nacional, na contramão de países como Noruega e Alemanha, nações precursoras da popularização dos chamados veículos “verde”. Por aqui, um automóvel elétrico custa a partir de R$ 45 mil. Mas esse valor vale apenas para o modelo mais simples da Hitech Electric, um carrinho compacto que atinge no máximo 60 km/h. O Prius, da Toyota, referência no universo dos carros híbridos, sai por volta de R$ 120 mil. 

Por que o Brasil anda em marcha lenta no mercado de carros híbridos e elétricos e o incentivo ao assunto ainda é tabu para governo e montadoras? 

Segundo especialistas ouvidos pelo Estado, faltam principalmente políticas públicas para incentivar mais a produção e o consumo de carros elétricos. O presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), Ricardo Guggisberg, diz que há um conjunto de fatores que fazem o mercado não vingar no Brasil, como os altos impostos, o custo elevado para implantar infraestrutura adequada e a necessidade de importação, o que encarece toda a operação. “O principal gargalo é a falta de uma política pública que incentive os veículos híbridos e elétrico”, afirma Guggisberg, que cita países como Estados Unidos, Portugal e Chile, que conseguiram reduziram o imposto equivalente ao ICMS brasileiro e outros como o Reino Unido, onde os carros híbridos e elétricos são liberados para circular nas zonas de congestionamento sem nenhum tipo de restrição. 

O engenheiro Ricardo Takahira, da comissão técnica de Veículos Elétricos e Híbridos da SAE BRASIL, também considera o descaso do governo com o setor o principal problema. “A Alemanha, por exemplo, quer proibir carros a combustão até 2030. Isso é um incentivo, uma política pública que temos que começar a fazer, senão ficaremos para trás”, diz o especialista.

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