Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Sindicato

Sindicarne comemora ampliação do mercado

O anúncio foi feito pelo ministro Blairo Maggi durante missão oficial ao Peru

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A abertura do mercado peruano para a carne suína brasileira – anunciada nesta semana pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –  pode repercutir positivamente em Santa Catarina. O diretor executivo do Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados (Sindicarne) Ricardo de Gouvêa observa que, embora não haja projeção de vendas potenciais, o fato de ser um mercado próximo torna mais fácil a operação exportacionista.

O anúncio foi feito pelo ministro Blairo Maggi durante missão oficial ao Peru. O Ministério da Agricultura brasileiro prevê que os ajustes bilaterais para a abertura do mercado deverão ocorrer até 30 de novembro.

O Sindicarne avalia que o acordo representa uma importante conquista para o setor de proteína animal do Brasil, que será beneficiado com a expansão dos negócios na América do Sul, uma região com expressiva participação nos embarques da carne suína brasileira.

Ricardo de Gouvêa destaca que a qualidade da carne brasileira, o estágio avançado das indústrias de processamento de carne, a segurança do sistema de inspeção e a tradição de sanidade do Brasil – e, em especial, Santa Catarina que é área livre de aftosa sem vacinação –  foram determinantes nessa conquista.

“É fundamental aumentarmos a participação do Brasil nos mercados mundiais e ampliarmos as relações comerciais com os países sul-americanos dentro e fora  do bloco do Mercosul”, analisa o diretor executivo.

De acordo com a Associação Brasileira da Proteína Animal (ABPA), entre os dez maiores importadores de carne suína do Brasil situam-se três da América do Sul.  A Argentina lidera as importações na região, com 21,3 mil toneladas nos oito primeiros meses deste ano.  Em seguida vem o Uruguai, com 20 mil toneladas, e Chile, com 14 mil toneladas.

A abertura do Peru pode influenciar positivamente os embarques de carne suína brasileira, especialmente a partir de 2018.  Trata-se de um valioso mercado, com mais de 30 milhões de habitantes e com potencial de crescimento de consumo, no qual o Brasil poderá complementar a demanda, auxiliando a segurança alimentar da população.

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