Na Europa, as medidas de biossegurança na criação de frangos não tem sido suficientes para controlar a campylobacter.
Precisa-se de vacinas!

A publicação Farmers Weekly relatou que o interesse em reduzir a bactéria campylobacter na Europa está sendo conduzido pela Comissão Europeia. Tal entidade solicitou, em 2008, para a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA), mais abordagens e metas para reduzir a contaminação por campylobacter em carne de aves.
Segundo autoridades europeias, as medidas de biossegurança na criação de frangos não têm sido suficientes para controlar a campylobacter. Para eles, é preciso desenvolver uma vacina antes que a indústria avícola possa dar passos mais largos, rumo ao crescimento.
A maioria das aves criadas intensivamente são contaminadas pela campylobacter após 2-3 semanas de vida, diz o Farmers Weekly, e a transmissão entre os animais ocorre horizontalmente no ambiente de criação, iinfluenciada pelo trânsito de pessoas nos aviários e pelos possíveis vetores como água, roedores e moscas.
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Estes problemas podem ser minimizados através de ações de biossegurança, explica a publicação. Porém, tais ações dificilmente mantém as aves seguras. Portanto, há um crescente reconhecimento da necessidade de abordagens complementares, como a vacinação, para completar as ações de biossegurança na hora de protegar os aviários da campylobacter.
Até hoje, nenhuma vacina eficaz contra a Campylobacter é comercializadas, diz a Farmers Weekly. “Precisa-se de vacinas!”





















