Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,24 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 151,92 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,39 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,94 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,88 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 146,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 124,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 136,13 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,67 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Saúde

Placa solar sob a pele pode ser a futura ‘bateria’ de marca-passo

Dispositivo de apenas quatro centímetros pode fornecer energia a implantes eletrônicos

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Placa solar sob a pele pode ser a futura ‘bateria’ de marca-passo

Usar células solares para carregar implantes eletrônicos em pacientes é um antigo desejo da medicina. Felizmente, pesquisadores da Universidade de Berna, na Suíça, divulgaram nesta terça-feira um estudo que aponta um caminho para o desenvolvimento de uma “bateria” capaz de atingir esse objetivo.

Os cientistas testaram uma pequena placa de 3,6 centímetros quadrados para simular um implante de células solares debaixo da pele e descobriram que ela, sozinha, era capaz de produzir energia suficiente para carregar um marca-passo padrão. Com isso, os pesquisadores esperam que pacientes que precisam de implantes eletrônicos não tenham mais que passar constantemente por procedimentos cirúrgicos para trocar a bateria dos aparelhos.

A pesquisa, que foi publicada no periódico Annals of Biomedical Engineering, é a primeira a conseguir bons resultados na área. Os cientistas conseguiram criar dispositivos capazes de medir a quantidade de energia gerada por pequenas células solares – tecnologia essencial para saber qual o verdadeiro rendimento das placas subcutâneas. Ao todo, dez dessas células foram revestidas por filtros óticos para simular as propriedades da pele humana e como elas influenciam a passagem da luz. Depois, cada uma das placas foi colocada no braço de dez voluntários, que deveriam usá-las por uma semana durante o verão, outono e inverno.

As células solares funcionam convertendo a luz do Sol que penetra a pele em energia elétrica. Independentemente da estação, os pesquisadores perceberam que mesmo a placa com o pior desempenho ainda fornecia uma quantidade média de 12 microwatts, mais do que suficiente para abastecer um dispositivo como um marca-passo comum.

Por dispensar o uso de baterias convencionais, a placa também oferece a vantagem de reduzir consideravelmente o tamanho dos implantes. Com isso, os pesquisadores também esperam, futuramente, utilizar essa tecnologia para outras aplicações em humanos – essa forma alternativa de energia poderia ser usada, por exemplo, em biochips, que têm se tornado cada vez mais comuns.

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