Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Bioenergia

Petrobras pretende gerar energia eólica no mar

Até 2022, a estatal irá instalar, no litoral nordestino, o primeiro aerogerador offshore no Brasil

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Petrobras pretende gerar energia eólica no mar

A geração de energia eólica no mar começa a dar os primeiros passos no Brasil pela Petrobrás. Esta é uma das estratégias se preparar para um futuro baseado em economia de baixo carbono. A previsão é a construção da primeira planta piloto eólica offshore no país, aproveitando o conhecimento da companhia em desenvolver projetos no mar. O objetivo deste projeto de pesquisa e desenvolvimento é entender o potencial eólico offshore brasileiro e obter informações para subsidiar decisões futuras de empreendimentos no setor.

Até 2022, a estatal irá instalar, no litoral nordestino, o primeiro aerogerador offshore no país, com capacidade na faixa de 3MW a 5MW, com o intuito de avaliar a performance desse equipamento em campo. Além disso, estão sendo realizados estudos junto a instituições de Ciência e Tecnologia e universidades federais (UFRN, UFRJ e UFJF), que abrangem análises de logística, infraestrutura, potencial eólico, fundações, transmissão de energia e impactos ambientais de instalações eólicas offshore no Brasil.

Durante a primeira fase do projeto, entre 2013 e 2016, a estatal identificou um potencial significativo para explorar energia eólica no litoral do Rio Grande do Norte e Ceará, após realizar medições pioneiras no mar. O mapeamento do potencial da região gerou um atlas eólico offshore dos Estados do Rio Grande do Norte e Ceará, elaborado em parceria com o Centro de Tecnologia do Gás e Energias Renováveis (CTGAS-ER). 

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