Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Bioenergia

Petrobras pretende gerar energia eólica no mar

Até 2022, a estatal irá instalar, no litoral nordestino, o primeiro aerogerador offshore no Brasil

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Petrobras pretende gerar energia eólica no mar

A geração de energia eólica no mar começa a dar os primeiros passos no Brasil pela Petrobrás. Esta é uma das estratégias se preparar para um futuro baseado em economia de baixo carbono. A previsão é a construção da primeira planta piloto eólica offshore no país, aproveitando o conhecimento da companhia em desenvolver projetos no mar. O objetivo deste projeto de pesquisa e desenvolvimento é entender o potencial eólico offshore brasileiro e obter informações para subsidiar decisões futuras de empreendimentos no setor.

Até 2022, a estatal irá instalar, no litoral nordestino, o primeiro aerogerador offshore no país, com capacidade na faixa de 3MW a 5MW, com o intuito de avaliar a performance desse equipamento em campo. Além disso, estão sendo realizados estudos junto a instituições de Ciência e Tecnologia e universidades federais (UFRN, UFRJ e UFJF), que abrangem análises de logística, infraestrutura, potencial eólico, fundações, transmissão de energia e impactos ambientais de instalações eólicas offshore no Brasil.

Durante a primeira fase do projeto, entre 2013 e 2016, a estatal identificou um potencial significativo para explorar energia eólica no litoral do Rio Grande do Norte e Ceará, após realizar medições pioneiras no mar. O mapeamento do potencial da região gerou um atlas eólico offshore dos Estados do Rio Grande do Norte e Ceará, elaborado em parceria com o Centro de Tecnologia do Gás e Energias Renováveis (CTGAS-ER). 

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