Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Saúde Animal

MG contra peste suína

IMA quer expandir área de atuação do monitoramento da peste suína clássica e recebe amostras de soro sanguíneo de granjas de outros Estados brasileiros.

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MG contra peste suína

Com o objetivo de expandir a área de atuação do monitoramento da peste suína clássica, o Laboratório de Saúde Animal (LSA) do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) está recebendo amostras de soro sanguíneo de suínos das Granjas de Reprodutores Suídeos Certificadas (GRSC) de qualquer estado brasileiro.

O LSA já recebe amostras de soro coletado de suínos provenientes de granjas comerciais de Minas desde seu credenciamento, em fevereiro de 2011.

Desde 2009 há um sistema de vigilância constante em Minas Gerais para controle e manutenção do status sanitário do estado como zona livre da peste suína clássica. E este ano, as equipes de defesa sanitária e de inspeção do Instituto estão envolvidas no monitoramento da peste suína clássica, abrangendo frigoríficos com Serviço de Inspeção Estadual (SIE), além das demais granjas comerciais de suínos e dos criatórios de suíno.

Uma das estratégias estabelecida pelo IMA será realizar, em Minas, a colheita de amostra de soro sanguíneo de pelo menos um suíno reprodutor em frigoríficos de abate.

De acordo com a médica veterinária do IMA, Júnia Gonçalves, como os animais reprodutores ficam um maior período de tempo nas granjas, eles refletem o perfil sanitário desses estabelecimentos. Para o diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, o constante monitoramento visa a impedir o ingresso da peste suína clássica, possibilitando um controle eficaz em todo o estado.

“O monitoramento é realizado devido à importância econômica da suinocultura em Minas, pois o estado é o 4º maior produtor de suínos do Brasil, e devido à necessidade de manter os níveis de produtividade”, informa.

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