Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Saúde Animal

Pará pode ser área livre de aftosa ainda este ano

Em maio começará a coleta de amostras no campo, para verificação da presença do vírus transmissor da doença.

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O Pará poderá ser declarado área livre de aftosa com vacinação ainda este ano. Técnicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) iniciam uma série de avaliações no rebanho bovino paraense nesta segunda-feira (13). Nesta primeira fase será avaliado o serviço de vigilância e atenção à sanidade veterinária. Nos meses de março e abril será feita a investigação sorológica. Em maio começará a coleta de amostras no campo, para verificação da presença do vírus transmissor da doença.

A expectativa é que o Estado consiga ser declarado área livre da febre aftosa com vacinação em agosto deste ano. Atualmente, apenas as regiões sul e sudeste do Pará são consideradas áreas livres de aftosa. Após a declaração do Ministério, o próximo passo será a comunicação à Organização Internacional de Epizotias (OIE), órgão sediado na França, que fará o reconhecimento internacional.

Há quatro anos, as auditorias vêm sendo realizadas nas regiões norte e nordeste e o Pará, demostrando avanços significativos. Durante a primeira reunião com o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Francisco Jardim, realizada no último dia 8, na Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa), os esforços do setor paraense para conseguir erradicar a aftosa foram destacados pelo secretário.

“Um trabalho de muito esforço que está sendo feito pelos produtores, pela Adepará (Agência de Defesa Agropecuária do Pará) e pela Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri). Nossa expectativa é grande para ver o Pará 100% livre de aftosa”, destacou Francisco Jardim, durante o encontro com os diretores da Adepará, Mário Moreira e Sálvio da Silva; o presidente da Faepa, Carlos Xavier; o secretário de Estado de Agricultura, Hildegardo Nunes; o superintendente da Agricultura Federal, Ademir Teixeira, e representantes do setor produtivo dos Estados do Amapá e do Amazonas.

Investimentos – Na última quinta-feira (09), um segundo encontro foi realizado na sede da Adepará. Na reunião, o diretor geral da Agência, Mário Moreira, anunciou que o governo do Estado realizará um investimento de R$ 1, 2 milhão para reformar e equipar as Unidades Locais de Sanidades Agropecuárias (Ulsas). Ele também destacou que todas as embarcações estão sendo cadastradas para o controle da vacinação.

Durante o encontro, o coordenador do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa, Plínio Lopes, repassou informações sobre o vírus e estratégias de prevenção, e destacou a importância da fiscalização nas fronteiras estaduais. O objetivo é reforçar o controle sobre a circulação de animais e, com isso, afastar o risco de reintrodução do vírus no Pará.

Com a liberação de todo o Estado, os produtores do Arquipélago do Marajó, da região do Baixo Amazonas e do nordeste paraense – que hoje ainda são consideradas áreas de risco médio – também serão beneficiados com a autorização para exportação da carne para outros Estados e países. Hoje, o Pará tem um rebanho calculado em 18,2 milhões de bovinos e 437 mil bubalinos.

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