Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Biossegurança

48% das granjas do MS estão em processo de adequação da IN nº 8

Representantes da avicultura no estado estão preocupados com adesão de pequenos que ainda não conseguiram atender, em função da falta de aporte financeiro

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48% das granjas do MS estão em processo de adequação da IN nº 8

Famasul representantes do setor avícola para intermediar demandas dos produtores e debater alternativas para atender a legislação O Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS reuniu, nesta terça-feira (06/06), representantes do setor avícola para intermediar demandas dos produtores e debater alternativas para atender a legislação brasileira e garantir a biossegurança da avicultura do Estado, em todos os elos da cadeia produtiva.

O objetivo é mostrar um caminho para o cumprimento da IN nº 8 – Instrução Normativa, publicada pelo Mapa – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que detalha as regras de adequações sanitárias que devem ser cumpridas pelas granjas com atividade comercial, entre elas, o registro de credenciamento junto ao órgão estadual, no caso, a Iagro – Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal.

Segundo a gestora do departamento de Economia da Famasul, Adriana Mascarenhas, a publicação federal está em vigor há cerca de quatro anos e preconiza que o tempo hábil para registro das granjas deve terminar em fevereiro do ano que vem. “Recebemos a informação de que 48% das granjas existentes no Estado estão em processo de adequação, enquanto que 33% estão registradas. Nossa preocupação é com as pequenas propriedades que ainda não conseguiram atender, em função da falta de aporte financeiro”, argumenta.

O prazo final para adequação é fevereiro de 2018, por isso, todos os segmentos da cadeia produtiva estão trabalhando para buscar alternativas que integrem 100% dos avicultores. “Estamos buscando interlocução com instituições financeiras, com o Banco do Brasil que possui linhas de FCO para atividade agropecuária ou ainda, programas como o Proape/MS, disponibilizado pelo governo do Estado”, detalha a gestora de economia.

Mato Grosso do Sul possui plantel estimado em 165,3 milhões de cabeças de frango, ocupando a 8ª colocação nacional em número de abates. Ano passado, foram produzidas 401,7 mil toneladas de carne, conforme informações do SIF – Serviço de Inspeção Federal e os municípios com maior rebanho são: Sidrolândia, Dourados, Terenos e Itaquirai.

Na avaliação do presidente da Avimasul

Associação dos Avicultores de Mato Grosso do Sul, Adroaldo Hoffman, o encontro foi oportuno para que o grupo de trabalho tivesse acesso às informações atualizadas do setor e o que precisa ter prioridade. “A questão dos registros evoluiu, não tanto como gostaríamos, mas, acredito que as ações deliberadas auxiliarão os avicultores que ainda não conseguiram o registro”, pontua. Questionado sobre os principais desafios da atividade, o representante ressalta: “Os pontos críticos que temos de vencer são a mudança de comportamento, as adequações tecnológicas e a margem de lucro que hoje é muito baixa, inviabilizando reinvestimentos nos negócios”.

Adriana reforça que a próxima reunião ficou marcada para o final de agosto, a fim de acompanhar se as etapas definidas hoje foram atendidas. “O nosso papel enquanto representantes dos produtores é promover a interlocução entre todos os segmentos da cadeia produtiva, buscando atender as necessidades da categoria. Só assim a avicultura conseguirá maior lucratividade e aumento da produção”, conclui.

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