Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,18 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,14 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,49 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.455,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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PRRS

O veterinário mexicano Alberto Stephano fala sobre a doença e suas medidas de controle.

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Redação SI 13/08/2003 – A Síndrome Reprodutiva e Respiratória dos Suínos (PRRS) é uma doença presente nos principais mercados produtores de suínos. O Brasil, no entanto, é livre da doença, mas precisa estar alerta e praticar medidas rígidas de biossegurança para não deixar a PRRS contaminar o seu rebanho.

Nesse sentido, o veterinário e professor mexicano Alberto Stephano falou ao Suinocultura Industrial, durante o curso de necropsia suína que ministrou em Jagariúna (SP) na segunda-feira (11), sobre as características e importâncias econômicas da PRRS.

A PRRS não está presente no rebanho suíno brasileiro. Mas no México, esta doença é um fator preocupante?

Alberto Stephano Parece-me que são poucos os países que não têm a PRRS. O único que eu conheço e que não tem é o Brasil. Os outros países produtores de suínos têm ou tiveram  registros da PRRS. Esta é uma enfermidade mundial e basicamente causada pelo comércio de animais com os Estados Unidos e Canadá, que possuem seus rebanhos infectados.

Como o Brasil deve se prevenir para evitar a entrada da doença?

AS – Talvez o ponto vulnerável do Brasil seja sobre a questão do diagnóstico, que precisa de mais apoio. As granjas brasileiras não usam serviço de diagnóstico porque não têm muitas enfermidades e as que têm não são tão graves. Penso que seria importante o Brasil investir na biossegurança e ter programas de controle pré-estabelicidos. É muito fácil romper um programa de controle sanitário. Basta apenas um descuido e pronto. Tem-se o problema. É preciso incrementar as medidas preventivas e trabalhar mais com os diagnósticos. Sorologias periódicas, binárias, trimestrais ou semestrais para identificar e manter um controle seguro do rebanho brasileiro.

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