Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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PRRS

O veterinário mexicano Alberto Stephano fala sobre a doença e suas medidas de controle.

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Redação SI 13/08/2003 – A Síndrome Reprodutiva e Respiratória dos Suínos (PRRS) é uma doença presente nos principais mercados produtores de suínos. O Brasil, no entanto, é livre da doença, mas precisa estar alerta e praticar medidas rígidas de biossegurança para não deixar a PRRS contaminar o seu rebanho.

Nesse sentido, o veterinário e professor mexicano Alberto Stephano falou ao Suinocultura Industrial, durante o curso de necropsia suína que ministrou em Jagariúna (SP) na segunda-feira (11), sobre as características e importâncias econômicas da PRRS.

A PRRS não está presente no rebanho suíno brasileiro. Mas no México, esta doença é um fator preocupante?

Alberto Stephano Parece-me que são poucos os países que não têm a PRRS. O único que eu conheço e que não tem é o Brasil. Os outros países produtores de suínos têm ou tiveram  registros da PRRS. Esta é uma enfermidade mundial e basicamente causada pelo comércio de animais com os Estados Unidos e Canadá, que possuem seus rebanhos infectados.

Como o Brasil deve se prevenir para evitar a entrada da doença?

AS – Talvez o ponto vulnerável do Brasil seja sobre a questão do diagnóstico, que precisa de mais apoio. As granjas brasileiras não usam serviço de diagnóstico porque não têm muitas enfermidades e as que têm não são tão graves. Penso que seria importante o Brasil investir na biossegurança e ter programas de controle pré-estabelicidos. É muito fácil romper um programa de controle sanitário. Basta apenas um descuido e pronto. Tem-se o problema. É preciso incrementar as medidas preventivas e trabalhar mais com os diagnósticos. Sorologias periódicas, binárias, trimestrais ou semestrais para identificar e manter um controle seguro do rebanho brasileiro.

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