Na sexta-feira, o Ministério da Agricultura anunciou a abertura do mercado de Camboja para a carne suína do Brasil.
Camboja deve precisar do brasil para complementar seu abastecimento

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, disse, em nota, que o Brasil deve ser “um parceiro sólido” do Camboja para complementar as necessidades do país quanto a carne suína. Na sexta-feira, o Ministério da Agricultura anunciou a abertura do mercado de Camboja para a carne suína do Brasil. A abertura é válida para cortes in natura e processados de carne suína de indústrias habilitadas pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF) do Brasil. “O Camboja é uma nação emergente produtora de suínos, mas que recentemente foi impactada por casos de peste suína africana. Neste contexto, o Brasil deve se firmar como um parceiro sólido para complementar a demanda local, auxiliando a segurança alimentar da população cambojana”, avalia Santin.
Segundo ele, o país do Sudeste Asiático com pouco mais de 15 milhões de habitantes está em intenso processo de urbanização e incremento da renda per capita, o que influencia o potencial de crescimento de consumo per capita de carne suína, hoje em 10 quilos anuais por habitante.
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