Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,94 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,61 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,99 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,45 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,00 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.453,63 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,88 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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SUINOCULTURA

Entrevista: diretora técnica da ABCS fala das melhorias na suinocultura nas últimas décadas e desafios futuros

Há quase sete décadas, a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) iniciava sua jornada em Estrela (RS), marcando um capítulo essencial na evolução da suinocultura brasileira. A partir de…
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Entrevista: diretora técnica da ABCS fala das melhorias na suinocultura nas últimas décadas e desafios futuros

Há quase sete décadas, a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) iniciava sua jornada em Estrela (RS), marcando um capítulo essencial na evolução da suinocultura brasileira. A partir de 1955, a ABCS lidera ações que auxiliam o desenvolvimento da suinocultura nacional. Em entrevista à Tv Agrimídia, Charli Ludtke, médica-veterinária e diretora técnica comercial da ABCS, comenta parte desta trajetória da entidade e pontos cruciais na produção suinícola nas últimas décadas.

Transformações na suinocultura: do porco banha para o suíno light

A suinocultura brasileira não foi apenas testemunha, mas protagonista de significativas transformações sob a tutela da ABCS. Ludtke destaca: “Conseguimos resolver muitas doenças de alto impacto, não só no melhoramento genético. Passamos do porco banha para o suíno light, incorporando a inseminação artificial e buscando não apenas ser importadores, mas também exportadores de material genético.”

O aprimoramento do rebanho suíno no país revolucionou desde a genética até a abordagem na criação. “Na década de 50, muitos produtores decidiram criar uma entidade representativa, apoiada pela indústria. Tínhamos os primeiros SIFs e frigoríficos, iniciando a importação de animais e reprodutores. Ao longo desses quase 70 anos, a ABCS registrou quase 8 milhões de reprodutores por meio do registro genealógico.”

A médica-veterinária ressalta também as vitórias sobre doenças como a febre aftosa e a peste suína clássica: “Driblamos a aftosa e estamos caminhando para sermos livres sem vacinação. Enfrentamos a peste suína africana e hoje nos resguardamos.”

ABCS EM AÇÃO

Desde 2005, a ABCS tem sua sede executiva em Brasília (DF), onde conduz trabalhos administrativos e equipes de política, técnica e marketing. Essa mudança estratégica fortaleceu parcerias com instituições como Sebrae, Senar e associações afiliadas, consolidando a ABCS como referência no setor.

Nos últimos anos, a aproximação com a Frente Parlamentar da Agropecuária e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) possibilitou à ABCS ser atendida em suas reivindicações, demonstrando o papel crucial da associação na defesa e promoção da suinocultura brasileira.

Confira a entrevista completa com Charli Ludtke, médica-veterinária e diretora técnica comercial da ABCS:

https://youtube.com/watch?v=P_AF9s9Hn3I
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