Além de produtividade, características como rusticidade, origem exótica e até aparência influenciam no valor dos animais
Raças de suínos mais valorizadas do mundo podem custar até R$ 10 mil

Nem todos os suínos são criados apenas para o consumo. Algumas raças se destacam por suas características genéticas, raridade e valor comercial elevado, chegando a custar até R$ 10 mil por animal. É o caso de linhagens selecionadas não só pela produtividade, mas também por fatores como rusticidade, origem e aparência.
Entre as mais valorizadas do mundo estão raças como Mangalitsa, conhecida como o “porco com lã de carneiro” por sua pelagem encaracolada; Large White, muito usada em programas de melhoramento genético devido à alta prolificidade e qualidade de carcaça; e o Duroc, apreciado por sua rusticidade, crescimento rápido e carne marmorizada.
Algumas dessas raças, além de seu uso comercial, ganham espaço em sistemas produtivos diferenciados, como a suinocultura de nicho ou a criação para exposição genética. O alto valor de mercado desses animais reflete não apenas seu desempenho zootécnico, mas também o crescente interesse por genética de ponta e produção sustentável.
Leia também no Agrimídia:
- •Estudo aponta diferentes origens da Salmonella em frangos de corte
- •Queda no preço do suíno na Alemanha preocupa produtores e entidades do setor
- •Nova vacina amplia proteção contra doenças respiratórias e reforça a sanidade na suinocultura
- •Roraima inicia testes em suínos para prevenir peste suína clássica
Com o avanço da suinocultura de precisão e a busca por eficiência, investir em raças nobres se tornou uma estratégia de diferenciação e ganho de competitividade para produtores ao redor do mundo.























