Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Estudo

Pesquisa canadense foca em desafios reais de granjas suínas para avançar na genética

Entenda como a pesquisa canadense foca em desafios reais nas granjas suínas, aumentando a resistência a várias doenças

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Pesquisa canadense foca em desafios reais de granjas suínas para avançar na genética

Pesquisadores da Universidade de Alberta, no Canadá, estão redefinindo a seleção genética na suinocultura ao focar na resiliência animal em condições reais de produção, indo além da simples identificação de genes isolados. A iniciativa, liderada pelo Dr. Michael Dyck e financiada por entidades como PigGen Canada e Genome Alberta, busca criar um plantel suíno com maior resistência a um complexo de doenças que desafiam as granjas comercialmente.

O núcleo da pesquisa é o “Modelo de Desafio de Doença Natural” (NDCM), descrito pelo Dr. Dyck como uma “estrutura de pesquisa inovadora”. Em vez de focar em um único patógeno em ambiente laboratorial, o NDCM expõe os suínos em um ambiente comercial aos múltiplos patógenos que ocorrem simultaneamente em uma granja, como o vírus da PRRS (Síndrome Reprodutiva e Respiratória Suína), Influenza A, Mycoplasma hyopneumoniae e Streptococcus suis.

A abordagem se justifica porque a seleção baseada apenas em genes específicos (como os de resistência à PRRS) provou-se insuficiente. A expressão gênica pode ser alterada pelo ambiente e pela interação negativa com outros genes. O NDCM, ao contrário, permite identificar marcadores genômicos em animais que comprovadamente tiveram bom desempenho e resiliência diante de um desafio multifatorial real. Ao longo de oito anos, o projeto já analisou o genoma de mais de 4.000 suínos.

Para organizar o vasto volume de dados de sequenciamento, a equipe criou o “PigDB” (Banco de Dados de Suínos). Esta plataforma permite que os membros da PigGen Canada (uma organização composta por empresas de criação de suínos) cruzem informações e obtenham insights complexos sobre melhoramento genético, ao mesmo tempo em que protege a privacidade dos dados individuais de cada empresa. O banco de dados já atrai o interesse de pesquisadores europeus.

Paralelamente, a Genome Alberta também financia outra iniciativa de segurança sanitária focada na genética. O projeto visa sequenciar o DNA de populações de javalis (suínos selvagens invasores) para entender sua suscetibilidade à Peste Suína Africana (PSA). Este conhecimento é vital para criar estratégias de resposta caso a PSA chegue à América do Norte, identificando quais genótipos selvagens podem ser mais ou menos resistentes à doença.

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