Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Estudo

Adesivo com microagulhas promete revolucionar o controle da dor e o bem-estar em suínos

Descubra como o adesivo com microagulhas promete revolucionar o controle da dor em suínos e melhorar o bem-estar animal

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Adesivo com microagulhas promete revolucionar o controle da dor e o bem-estar em suínos

Uma inovação desenvolvida por pesquisadores da Universidade do Arkansas e da Universidade de Maryland (EUA) pode mudar a forma como a suinocultura lida com a dor e o manejo sanitário. Trata-se de um adesivo analgésico experimental com microagulhas, projetado para liberar medicamentos de forma lenta e indolor, substituindo as estressantes injeções diárias.

O projeto, financiado pelo USDA, surgiu como resposta às restrições da FDA sobre o uso de aspirina e à necessidade de melhorar o bem-estar animal pós-procedimentos como castração e corte de cauda. O adesivo, feito de material biodegradável (álcool polivinílico, colágeno e quitosana), contém 625 microagulhas que penetram apenas a camada superficial da pele, dissolvendo-se e liberando anti-inflamatórios (como flunixina) gradualmente.

O estudo também trouxe insights valiosos sobre a aplicação prática no dia a dia da granja. Os testes revelaram que o pescoço é o local ideal para a fixação do adesivo, apresentando absorção superior à da orelha devido à maior vascularização da área.

Além da eficiência, um ponto crucial observado foi a segurança: não houve reações adversas ou irritações na pele dos animais. Isso elimina o risco de danos à carcaça (como abcessos causados por agulhas sujas) e infecções secundárias, problemas comuns quando se exige injeções intramusculares repetidas.

Embora ainda seja uma “prova de conceito”, as concentrações do medicamento no sangue atingiram 2 microgramas/litro, abaixo do nível terapêutico ideal de 3 mg/litro, o estudo comprovou que a tecnologia funciona. “É um passo crucial. Podemos reduzir a dor e a febre para que os animais se sintam melhor e, consequentemente, produzam mais, sem o estresse da manipulação constante”, afirma Brian Payne, da Veterinary Pharmaceutical Solutions.

Referência: Pork Business

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