Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Meio Ambiente

Schneider Electric vai levar energia sustentável a escolas da Amazônia

Em parceria com a WWF, Programa de Acesso à Energia da empresa está eletrificando duas escolas do sul do Amazonas com sistema fotovoltaico

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Schneider Electric vai levar energia sustentável a escolas da Amazônia

A situação precária de abastecimento e distribuição de energia elétrica em uma escola do município de Lábrea (AM) está prestes a melhorar. Através do projeto “Resex Produtoras de Energia Limpa”, uma iniciativa da WWF com a Fundação Mott e em parceria com a Schneider Eletric, a escola do sul amazonense será eletrificada, passando a contar com fornecimento de energia ininterrupto, e não somente para os dias de aula, como vinha acontecendo.

O projeto visa promover o uso de energias renováveis em reservas extrativistas (Resex) da Amazônia como forma de estimular a produção sustentável, reduzir as emissões de gases de efeito estufa e melhorar a qualidade de vida e a renda dessas populações. Francisca, uma aluna do Ensino Médio da escola que fica na comunidade Cassianã, saúda a iniciativa e destaca os benefícios práticos que as melhorias na rede trarão na sua vida e de outros colegas.

“O combustível vinha somente para os dias de aula. Agora, vamos ter mais tempo e luz para pesquisar, estudar. Acho que poderemos até ter uma impressora”, conta a estudante. Além da impressora e de outros equipamentos, como ventiladores, Francisca e seus colegas terão também mais tempo para fazer pesquisas na internet e uma iluminação adequada para estudar.

Antes da eletrificação na escola de Cassianã, eram necessários em média três litros de diesel para o gerador, o que chegava a custar R$ 450 por mês. Outra questão era o barulho do motor, que também atrapalhava muito as aulas. “Só em pensar que agora não vamos mais ter o barulho do motor, para gente não tem preço. Tinha noite que faltava a voz”, desabafa o professor de Educação de Jovens e Adultos, Cicleude Barroso.

Como uma das parceiras do projeto, a Schneider Electric disponibilizou as tecnologias solares com desconto social e doou materiais didáticos e práticos para a capacitação em ‘Sistemas de Energia Solar Fotovoltaica para Qualidade de Vida e Produção Sustentável’, ministrada pelo Instituto Mamirauá.  “Esse projeto vem ao encontro do propósito do Programa de Acesso à Energia, que é fomentar o desenvolvimento sustentável de cadeias produtivas remotas do Norte e Nordeste do país por meio do acesso à energia limpa, segura e eficiente. Isso é o que chamamos de Life Is On. Energia para todas as pessoas, em todos os lugares, 24 horas por dia e com uma pegada mínima de carbono”, afirma Tania Cosentino, presidente da Schneider Electric para a América do Sul.

Nos sistemas produtivos acionados por combustíveis fósseis, o elevado custo do combustível e da manutenção dos geradores quase sempre inviabiliza o crescimento dos negócios comunitários, seja no processamento de frutas, de pescados, ou na produção de óleos essenciais. “Com a eletrificação de escolas e da cadeia produtiva, os extrativistas acreditam que aumentarão a produção, poderão conseguir melhores preços e também terão uma vida comunitária mais dinâmica, fazendo das escolas centros também de cursos de tecnologia à distância e espaços de vivência nos finais de semana”, explica a analista de conservação do Programa Clima e Energia da WWF, Alessandra Mathyas.

As instalações dos sistemas fotovoltaicos continuarão em setembro, com mais uma escola e um sistema de bombeamento de água de rio na Resex Médio Purus. Já na Resex Ituxi, também em Lábrea, serão instalados três sistemas para uso produtivo: bombeamento de água, refrigeração e equipamentos como despolpadeiras de frutas e extração de óleos vegetais. Para garantir a sustentabilidade do projeto, os alunos que participaram da capacitação serão os responsáveis por fazer a instalação das tecnologias fotovoltaicas supervisionados pela equipe da WWF.

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