Em maio, menor consumo faz carne desvalorizar em SP. Porém, de acordo com a APCS, mercado está aquecido.
Recuo nos preços
A carne suína está entre os produtos que apresentaram as maiores quedas de preço durante o mês de maio em São Paulo. O Indice quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista (IqPR), divulgado ontem (4), mostrou 12,86% de retração para a carne suína. A queda das cotações foi associada à redução do consumo provavelmente pelas noticias da gripe A (H1N1). Na comparação de maio de 2009 com o mesmo período do ano anterior, a carne suína apresentou variação negativa de 28,35%, apontou o IqPR, pesquisado pelo Instituto de Economia Agrícola IEA/Apta da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.
O índice dos produtos de origem animal (IqPR-A) terminou o mês com variação negativa de 0,05%.
Apesar da queda, a Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS), divulgou nota constatando que o mercado está aquecido. Os preços do suíno vivo começaram a reagir no mercado interno nos últimos dias.
Leia também no Agrimídia:
- •Agroceres Multimix apresenta a agCare, divisão de produtos de especialidades
- •XX Encontro Regional da ABRAVES-PR debate riscos sanitários e inteligência artificial na suinocultura
- •Mercado de suínos mantém preços estáveis em meio a incertezas geopolíticas e baixa liquidez
- •Conflito no Oriente Médio pressiona custos de energia e pode impactar suinocultura global
De acordo com a entidade, Brotas confirma venda em R$ 45,00/@. O suinocultor Carlos Alberto Cunha confirmou venda de 120 suinos em R$ 45,00/@ = R$ 2,40/Kg vivo, posto frigorífico, condições bolsa, entretanto, com peso dos animais na granja.
Recebimento de salários e o frio devem estimular o consumo de carne suína.
– Com informações da Safras & Mercados.
Atualizando dados.















