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Economista defende novo sistema de crédito rural no Brasil

O atual sistema não suporta mais remendos e toda vez que o País está crescendo, há uma trava na agricultura.

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Redação (10/12/2008)- Criação de um sistema de financiamento integrado do produtor e de um fundo para garantir o refinanciamento das carteiras de crédito dos bancos, aumento dos subsídios aos produtores rurais, à sua renda e à lavoura. Estas foram algumas propostas de reformulação do modelo de crédito rural no Brasil, apresentadas pelo economista Guilherme Dias, ontem à noite (09), em jantar que reuniu parlamentares da bancada ruralista e presidentes de Federações de Agricultura e Pecuária, na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília.

“O atual sistema não suporta mais remendos e toda vez que o País está crescendo, há uma trava na agricultura e o setor não consegue responder às necessidades de expansão”, afirmou Dias, que foi ministro do Planejamento do Governo Fernando Henrique Cardoso.

Segundo o economista, este sistema de financiamento integrado do produtor consistiria na criação de um banco de dados dos agricultores, permitindo que todos os bancos e tradings tivessem acesso às informações de cada produtor rural. “Desta forma, todos teriam a mesma informação. Se um produtor pega diferentes fontes de financiamento, um banco desconfia do outro, pois não há muita transparência em relação ao produtor. É fato histórico”, explicou.

Em relação ao refinanciamento das carteiras de crédito, Dias disse que a medida visa alavancar o sistema de crédito rural e flexibilizar o financiamento ao produtor, proporcionando, entre outras vantagens, um desconto aos financiadores com carteiras bem administradas.

Para Guilherme Dias, este novo modelo de crédito rural passaria por um modelo de transição entre as safras 2009/2010 e 2010/2011. Neste período, ele defendeu uma nova renegociação para evitar o aumento grau de inadimplência dos produtores, que hoje é de aproximadamente 15%. “Na transição haveria uma trégua para o produtor se adaptar ao novo sistema. Isso evitaria as negociações de sucessivas renegociações”, frisou.

Defensora da reestruturação do atual sistema de crédito rural e de uma nova renegociação das dívidas dos produtores, a presidente eleita da CNA, senadora Kátia Abreu, informou que inicia na próxima semana, juntamente com outras lideranças ligadas ao agronegócio, discussões com o Governo para viabilizar a implantação de um novo modelo de crédito rural. “O produtor hoje chegou ao limite do endividamento e do grau de risco de inadimplência. Precisamos flexibilizar o financiamento”, enfatizou.

Outros pontos destacados por Guilherme Dias foram a necessidade de aumentar o subsídio ao frete de produção, para impedir que este item reduza o poder de compra do produtor, que em dezembro do ano passado estava negativo em 0,5%. O economista defendeu ainda a simplificação do sistema tributário pago pelo produtor, uma vez que um dos principais problemas enfrentados pelo setor é a alta carga de impostos, que levou à alta sonegação. No caso da agricultura, ele sugeriu a criação de um Simples, imposto pago por micro e pequenas empresas de outros setores.

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