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Detecção de transgênicos

Rotulagem estimula o aumento da venda de testes de identificação de transgênicos e mercado busca mais informações sobre métodos de detecção.

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Da Redação 17/11/2003 – 04h15 – A necessidade de identificar a porcentagem de transgenia nos produtos movimenta empresas líderes no mercado. Prova disso é a venda de mais de 1 milhão de testes de identificação da Gehaka no período de 4 anos. Já a GeneScan do Brasil disponibiliza um laboratório de biologia molecular que tem um volume de amostras que varia entre 400 e 500 análises por mês.

Com a determinação do governo de que todos os produtos alimentares destinados ao consumo humano ou animal que tenham mais de 1% de organismos geneticamente modificados, OGMs, em sua composição devam ser rotulados, as empresas que comercializam testes para identificação de OGMs reforçam suas ações no mercado. A Gehaka, representante exclusiva no Brasil da SDI, Strategic Diagnostics Incorporated, treina profissionais para levar ao setor agrícola e à indústria informações relevantes sobre o uso correto dos testes. Já a GeneScan do Brasil, subsidiária da GeneScan Europe AG, disponibiliza um laboratório com tecnologia alemã para atender a demanda do setor.

Tanto os testes Trait e Elisa, da Gehaka, como os PCR (Reação em Cadeia da Polimerase), da GeneScan são divididos em quantitativos e qualitativos. O grande diferencial entre essas empresas está no setor de atuação e nos produtos que são identificados. Para os produtores e as certificadoras que querem identificar sua safra, o ideal são os testes da Gehaka por serem mais fáceis de manipular, de emitir um resultado em poucos minutos e por terem um custo reduzido. Já para a indústria de alimentos e ingredientes, que precisam documentar a quantidade de transgenia dos produtos, o mais adequado é a análise em laboratório que garante através de um certificado a procedência da matéria-prima dos alimentos.

“O mercado brasileiro de testes PCR para identificação e quantificação de transgênicos está crescendo, porém, ainda é pequeno se comparado com a Europa ou os Estados Unidos, por exemplo. Na Europa o volume é 4 vezes maior, chegando a 2 mil por mês. Acredito que a rotulagem brasileira estimulará as vendas no mercado interno, e para as cadeias de exportação a Legislação está cada vez mais exigente em relação à rastreabilidade, mesmo com alimentos de difícil detecção, como os óleos refinados de soja que entrarão no escopo da rotulagem européia”, analisa Pablo Molloy, gerente de projetos da GeneScan do Brasil.

Através de seus treinamentos, a Gehaka acredita que as empresas que já compram o teste estreitarão ainda mais a fiscalização. Empresas que antes usavam testes de 10 em 10 caminhões, irão aumentar a freqüência de 5 em 5 para garantir a qualidade da safra. Outro ponto é que estamos no auge da discussão da soja. “Existem testes para canola, milho e algodão, que em breve serão temas de discussão como a soja é hoje, conclui Fabiola. Os testes da Gehaka e da GeneScan são reconhecidos pelo Ministério da Agricultura e validados internacionalmente.

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