Demanda chinesa sustenta alta na cotação da oleaginosa. Preços devem continuar firmes, diz analista de mercado.
Alta da soja

As cotações da soja, na semana passada, bateram os US$ 10 em Chicago e os preços devem continuar firmes por conta das altas importações chinesas. “Podemos tratar a China como o principal pilar de sustentação dessas cotações acima dos US$ 10 por bushel. O mês de abril deve fechar com 4,3 milhões de toneladas, 20% acima do previsto pelo governo chinês, e agora para maio a expectativa é de 5,5 milhões de toneladas”, explica o analista de mercado Carlos Cogo.
Essa alta nas importações aponta um aumento de 7,5% no ano safra 09/10, podendo chegar a 44 milhões de toneladas de soja importadas por ano. A China tem se tornado não só um grande importador da oleaginosa, como também um grande processador. Segundo Cogo, o país asiático irá esmagar mais de 47 milhões de tonelada de soja este ano, pois a capacidade de esmagamento esse ano cresceu em níveis muito altos.
A tendência, portanto, é de firmeza nos preços, e até julho as cotações devem se manter nos patamares atuais.
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