Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Diálogo

CNA debate com embaixador na UE ampliação da pauta comercial do agronegócio

Na avaliação do embaixador, o setor produtivo deve investir em propostas onde há interesses concretos de negociação e possibilidade de avanços.

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O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, reuniu-se nesta quarta-feira (10/08) com o novo embaixador brasileiro junto à União Europeia (UE), Everton Vieira Vargas, na sede da entidade, em Brasília.

No encontro, João Martins lembrou a importância da ampliação do acesso de produtos agropecuários ao mercado europeu e da conclusão do acordo de livre comércio entre Mercosul e UE. Apesar de o país ser o principal fornecedor de alimentos ao bloco, há barreiras tarifárias, sanitárias e fitossanitárias que restringem as exportações para aquele continente.

“A agropecuária brasileira está cada vez mais forte e na busca incessante por mais mercados. Mas precisamos resolver alguns problemas com a União Europeia”, ressaltou Martins. Por sua vez, o embaixador acolheu os pleitos da CNA e afirmou que vai intensificar o diálogo com os europeus na defesa dos interesses do setor agropecuário brasileiro, além de criticar as barreiras impostas pelo bloco.

“É uma contradição impor barreiras ao seu principal fornecedor. Não há confiança maior do que a do consumidor europeu no setor alimentar brasileiro”, argumentou.

Entre os potenciais produtos de interesse do Brasil que podem entrar em volumes maiores para o bloco europeu, estão carne e etanol, que ficaram de fora das ofertas da União Europeia na proposta de acordo de livre comércio, e frutas. Na avaliação do embaixador, o setor produtivo deve investir em propostas onde há interesses concretos de negociação e possibilidade de avanços.

“Vamos retomar os diálogos que estavam paralisados”, disse o embaixador, informando que também incluirá na sua agenda debates sobre educação técnica.

Participaram do encontro os vice-presidentes diretores da CNA José Mário Schreiner e Mário Borba, a superintendente de Relações Internacionais da CNA, Alinne Oliveira, o superintendente técnico, Bruno Lucchi, e o secretário-executivo do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), Daniel Carrara.

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