Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Greve

Indústrias usarão liminares para liberar estradas

Empresas montaram um grupo anticrise para monitorar greve dos caminhoneiros e evitar prejuízos.

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Indústrias usarão liminares para liberar estradas

Indústrias usarão liminares para liberar estradasIndústrias que dependem das rodovias para receber matéria-prima e escoar a produção resolverem se antecipar ao movimento de paralisação dos caminhoneiros. Para garantir a passagem em um período importante de vendas do ano, estão com os departamentos jurídicos de prontidão, para buscar liminares de desbloqueio das vias, se necessário for.

— Na greve de fevereiro, buscamos medidas para liberar as estradas. Há ainda liminares que poderão ser utilizadas — afirma Alexandre Guerra, presidente do Sindicato das Indústrias de Laticínios e Produtos Derivados do Estado (Sindilat-RS).
A antecipação é proporcional à preocupação com o fluxo da carga, altamente perecível. Depois de recolhido, o leite precisa chegar para processamento em prazo máximo de vinte e quatro horas. Na paralisação de fevereiro, além de dificuldades para receber a matéria-prima, os laticínios tiveram problemas de distribuição de embalagens e até de fornecinento de lenha.

— O leite que não chega, não vai mais chegar. E produto perdido, é faturamento que não se tem. É preciso lembrar que por trás disso tudo existem

cerca de 100 mil produtores — pondera o dirigente.

Para a indústria de proteína animal, o período do ano é especialmente sensível, quando é feito, sem paradas, o abastecimento e reabastecimento do varejo com as aves natalinas. A alta registrada em volume de vendas nesta época do ano costuma ser de 20% a 30%.

— A hora de greve não é essa. É justamente quando aumentamos o fluxo comercial, o que dá uma oxigenada para atravessarmos o período de férias — avalia José Eduardo dos Santos, diretor-executivo da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav).

A entidade, ao lado de Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Federação das Indústrias do Estado (Fiergs), Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos e Derivado (Sips), Sindilat-RS e sindicato de carnes de SC e PR, formou grupo anti-crise, para tratar do assunto greve. Hoje, quando deve ser o primeiro dia de greve, será feita uma avaliação. Se preciso, o grupo está disposto a adotar medidas de abrangência nacional.

Igualmente preocupante é a distribuição de milho para ração. A falta do alimento coloca em risco a imunidade e a saúde dos animais.

O governo estadual já foi solicitado a “colocar as forças competentes para desobstruir as estradas”, explica Dos Santos.

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