Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Energia

O impacto da Energia Fotovoltaica para a economia brasileira

De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o setor deve ter um aumento de 44% na capacidade instalada em 2019

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O impacto da Energia Fotovoltaica para a economia brasileira

O aumento significativo nas contas de energia elétrica decorrente da alta do consumo e da crise hídrica que o Brasil enfrenta, tem gerado maior interesse e necessidade de se fazer uso de novas fontes de energia. Uma alternativa para economizar pode ser a substituição do sistema tradicional pela Energia Fotovoltaica.

O mercado brasileiro de Energia Fotovoltaica está em plena ascensão. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o setor deve ter um aumento de 44% na capacidade instalada em 2019, ultrapassando a marca de 3,3 gigawatts (GW) e atraindo ao país mais de R$ 5,2 bilhões em investimentos privados. O faturamento do mercado como um todo deve ter um aumento de 88,3%, em comparação a 2018.

Com benefícios diretos como a facilidade de recuperação do investimento, por meio da economia na conta de energia; proteção contra aumentos de tarifa; valorização do imóvel e o compromisso com o meio ambiente, a alteração da matriz energética tem se tornado um bom investimento e uma alternativa cada mais vez mais atraente e acessível para o bolso do brasileiro.

O Brasil possui um grande potencial para explorar esta rica fonte de energia. Em muitas regiões do país existe espaço disponível e alta incidência solar, ambos fundamentais para a implantação desta tecnologia. Em outros países com bem menos potencial, a energia solar representa uma fatia significativa na geração de energia. Contudo, no Brasil, o uso dessa fonte equivale a somente 1% do total gerado. Além disso, esse tipo de energia é sustentável, ou seja, “limpa”. Portanto seu uso gera menos impacto para o meio ambiente.

Os países em desenvolvimento foram os que mais avançaram no uso dessa alternativa. Brasil, México e Jordânia, por exemplo, viram sua capacidade duplicar no ano de 2016. Mas o líder no uso de energia solar é a China, produzindo 130 GW enquanto o Brasil não chega a 2GW. Fábricas chinesas produzem painéis solares, portanto, o país incentiva o uso dessa matriz energética por outras regiões afim de que suas demandas aumentem.

Incentivos para a produção de energia limpa

Os incentivos governamentais têm ajudado a impulsionar o crescimento do mercado fotovoltaico no país. Hoje, no Brasil, existem diversos estímulos oferecidos pelo governo para pessoas e indústrias produzirem energia limpa. Programas do Ministério de Minas e Energia e da Caixa Econômica Federal, por exemplo, oferecem linhas de crédito e parcelamento para instalação de energia solar em até 20 anos.

No panorama de captação de energia solar no Brasil, a primeira resolução normativa, publicada pela Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica – em 2012, foi considerada um marco histórico, ao permitir que consumidores possam gerar e consumir sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis. Neste ano, o órgão tem realizado audiências públicas para regulamentar a microgeração e minigeração de energia fotovoltaica.

A energia solar se caracteriza como uma boa alternativa por se tratar de uma fonte renovável. Quando comparada à hidrelétrica, a opção fotovoltaica é atrativa principalmente para estados que sofrem estiagem como São Paulo, por exemplo. Lembrando também do peso para a sustentabilidade. A energia gerada em usinas hidrelétricas causa impactos ambientais, trazendo prejuízos para as represas. Por isso, existe o esforço para que se crie uma conscientização da importância do uso dessa tecnologia.

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